Nos últimos meses, o debate sobre a proibição de celulares na educação básica tomou conta das salas de professores e dos grupos de pais em todo o Brasil. Com a nova legislação entrando em vigor, a discussão deixa de ser teórica e se torna uma realidade prática: o que fazer com o tempo e a atenção dos alunos que antes eram dedicados às telas?
Para muitos, a medida representa um alívio, a chance de diminuir a distração e aumentar o foco no conteúdo pedagógico. Para outros, é um desafio, a remoção de uma ferramenta familiar aos nativos digitais. Para nós, profissionais da educação e da biblioteconomia, essa mudança legislativa não deve ser vista como um problema, mas como a mais rara e valiosa das oportunidades: a chance de revitalizar os espaços de convivência e aprendizado da escola, com a biblioteca na vanguarda desse movimento.


