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7ª edição do relatório “De Olho nas Metas” já está disponível

O relatório “De Olho nas Metas” é uma publicação bienal que traz o monitoramento dos indicadores das cinco mtas estabelecidas pelo movimento em 2006: 1) Toda criança e jovem de 4 a 17 anos na escola; 2) Toda criança plenamente alfabetizada até os 8 anos; 3) Todo aluno com aprendizado adequado ao seu ano; 4) Todo jovem de 19 anos com Ensino Médio concluído; 5) Investimento em Educação ampliado e bem gerido. O objetivo do relatório é mensurar e analisar a evolução de municípios, estados e da federação no que tange a acesso/atendimento, alfabetização, aprendizagem, fluxo escolar e investimento/gestão da educação pública brasileira. A sétima edição do “De Olho nas Metas” ainda conta com artigos inéditos e exclusivos sobre temas fundamentais para as políticas educacionais brasileiras como acesso, tecnologia, formação docente, protagonismo juvenil e financiamento. O Todos Pela Educação, fundado em 2006, é um movimento da sociedade civil brasileira que tem como missão contribuir para que até 2022, ano do bicentenário da Independência do Brasil, o país assegure a todas as crianças e jovens Educação Básica de qualidade. Apartidário e plural, congrega representantes de diferentes setores da sociedade, como gestores públicos, educadores, pais, alunos, pesquisadores, profissionais de imprensa, empresários e todas as pessoas ou organizações que são comprometidos com a garantia do direito a uma Educação de qualidade. Para baixar a publicação acesse esta página.

Elsevier realiza 1º Prêmio de Inovação em Bibliotecas

O 1ª Prêmio de Inovação em Bibliotecas dará a oportunidade para bibliotecários apresentarem e compartilharem suas ideias, experiências e projetos para grandes nomes e ter o reconhecimento da Elsevier no Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias (XX SNBU 2018), que acontece em Salvador (BA). Os trabalhos serão avaliados por um board de profissionais convidados pela Elsevier e serão considerados como critérios de avaliação: o desenvolvimento do projeto, inovação e criatividade da proposta apresentada. Três finalistas serão premiados e homenageados no palco principal do SNBU, no dia 20 de abril! O grande vencedor ganhará placa e certificado da Elsevier, além de: 1) Matéria especial com entrevista exclusiva para o blog Elsevier; 2) Release com entrevista do ganhador divulgado para a imprensa especializada da área; 3) Posts nas redes sociais da Elsevier, que possui mais de 100 mil curtidas; 4) Divulgação via e-mail marketing para base de bibliotecários e interessados; 5) Divulgaçãonos canais de comunicação do SNBU 2018. Como participar? O 1º Prêmio de Inovação em Bibliotecas será em duas etapas: 1) Etapa on-line: cada participante deverá enviar um texto descritivo, no formato PDF, de até uma lauda, apresentando a ideia de um projeto, de sua autoria, realizado ou não em uma instituição de ensino superior brasileira. O objetivo do projeto deverá ser o engajamento dos usuários da instituição a usarem mais as bibliotecas, suas ferramentas, conteúdos e acervos. Juntamente com o projeto, o participante deverá enviar, também na lauda: nome completo, CPF, Instituição de Ensino (caso seja vinculado), RG e telefones de contato. 2) Etapa presencial:no dia 12 de abril, serão anunciados os cinco finalistas do concurso. Os quais deverão apresentar o projeto, presencialmente, no dia 16 de abril, às 17h, na sala Pelourinho A, no Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias 2018 que será realizado na Bahia. Cada finalista terá 15 minutos para a apresentação, podendo se estender para até 20 minutos em caso de perguntas feitas pelos jurados. O formato de apresentação é de escolha do participante e a ordem será divulgada previamente. O resultado final do concurso será no dia 20 de abril, com horário a ser definido, durante a grade oficial do evento. A inscrição é totalmente gratuita, de 02/04 às 09h00 até 10/04 às 23h59, e precisa atender alguns requisitos. Confira o regulamento completo neste link. Surgiu alguma dúvida? Entre em contato conosco através do e-mail atendimento1@elsevier.com. Mais informações sobre o SNBU, acesse aqui. >> Faça aqui sua inscrição

Amantes dos livros tomam iniciativa de disseminar conhecimento abrindo os próprios centros de leitura

O amor pelos livros e, principalmente, pela história de Minas fez com que o historiador e professor Amilcar Vianna Martins Filho reunisse ao longo da vida um acervo bibliográfico de peso. Em 2001, quando criou o Icam, instituto cultural que homenageia seu pai, o parasitologista e pesquisador Amilcar Vianna Martins (1907-1990), ele decidiu levar a sua coleção para lá. “Inicialmente, o Icam funcionou no Edifício Acaiaca, no Centro, e desde 2010, temos uma sede própria na Rua Ceará, no Funcionários. O instituto promove uma série de atividades, mas o carro-chefe é a biblioteca”, comenta Amílcar. Além de se caracterizar como uma biblioteca de referência e pesquisa, o espaço é um importante centro de preservação do patrimônio cultural bibliográfico do estado. A Coleção Mineiriana do Icam reúne hoje cerca de 14 mil títulos, entre livros, opúsculos e periódicos, sobre a história e a cultura mineiras. Ali é possível encontrar volumes sobre história, cultura, política, arquitetura, culinária, biografias de mineiros ou escritas por mineiros, além de romances. O acervo é aberto à comunidade, mas as consultas devem ser feitas in loco. “Geralmente, quem vem são historiadores, professores, estudantes ou pessoas que estão desenvolvendo pesquisas sobre algum aspecto da história de Minas. Mas a biblioteca é aberta a qualquer um”, frisa. O espaço é dividido em duas partes – uma com as obras correntes, que vão de 1940 até hoje (a maior parte do acervo) e a outra com obras raras, que ele chama de “a joia da coroa” (1,8 mil exemplares), incluindo publicações dos séculos 18, 19 e 20 (até 1940). “Temos obras raríssimas aqui. Até livros conhecidos como ‘cabeça de bacalhau’, aqueles que todo mundo sabe que existe, mas ninguém nunca viu”, diz o historiador. Entre as raridades está Triunfo eucarístico, publicada em 1734, sobre a festa realizada em Vila Rica no ano anterior para a inauguração da Matriz do Pilar. Outro tesouro é o livro Áureo trono episcopal, publicado em 1749, sobre a chegada do primeiro bispo a Mariana. “São dois livros raríssimos e fundamentais para o estudo da história de Minas Gerais dos setecentos”, pontua. “Recentemente, a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Ciência, a Educação e a Cultura) divulgou que a coleção de obras raras da nossa biblioteca foi contemplada com o título Memória do Mundo. É o primeiro acervo bibliográfico brasileiro a receber tal honraria. Ela virou um patrimônio do mundo”, celebra. Mercearioteca Em 2014, o geógrafo João Alves da Silva Filho comprou uma mercearia no Padre Eustáquio, na Região Noroeste de BH. Os livros sempre fizeram parte da sua rotina e da mulher, a jornalista e escritora Leida Reis, e foi então que os decidiram levar uma parte do acervo para o estabelecimento. Nascia assim a Mercearioteca. “A gente acabou vendendo a mercearia, e o novo dono não levou o projeto adiante. Mas a ideia proliferou. Começamos a levar os livros para outros pontos comerciais”, conta Leida. Hoje, há três unidades de Mercearioteca no Padre Eustáquio (Auto Escola Padre Eustáquio, Bar Tudo no Ponto e Alonsos’Burguer), além do São Lucas (Cantina do Sorriso), e outra em Patrocínio, no interior de Minas. “Acredito que o livro de papel ainda tem muita vida, é um objeto que instiga o leitor. O empréstimo é meio informal, mas tudo que é feito para estimular a leitura é sempre positivo”, afirma Leida, que se prepara para lançar seu primeiro livro infantil em abril, As árvores invisíveis. Universidades permitem consultas a seus acervos As 25 bibliotecas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) são abertas à visitação da comunidade, que pode usar os espaços de estudo, visitar as exposições e participar de outros eventos abertos ao público. No entanto, o empréstimo domiciliar de livros pode ser feito apenas por pessoas com vínculo com a universidade, mediante apresentação da carteirinha institucional. As pessoas sem vínculo com a UFMG têm a opção de fazer o empréstimo rápido, que permite a retirada do material da biblioteca por duas horas, e é realizado mediante preenchimento de formulário e retenção de documento de identidade durante o período de empréstimo. As bibliotecas da PUC Minas também são abertas ao cidadão para uso interno do espaço físico e dos conteúdos. O empréstimo não é liberado à comunidade, mas é disponibilizado todo o suporte na localização e acesso à informação, assim como a possibilidade de cópia do material, respeitada a Lei de Direitos Autorais. Já a Biblioteca da Academia Mineira de Letras, que possui aproximadamente 35 mil livros, ainda não está aberta à comunidade. Está em desenvolvimento o projeto de organização da Biblioteca da AML, com o objetivo de disponibilizar parcialmente o acervo, a partir de 2019, a pesquisadores das áreas de literatura, história e política social de Minas Gerais e do Brasil. Fora da prateleira Veja onde encontrar as bibliotecas não convencionais: » MERCEARIOTECAS – Auto Escola Padre Eustáquio. Praça do Nino, Padre Eustáquio, (31) 3462-0339. Funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h. – Bar Tudo no Ponto. Rua Curral Del Rey, 142, Padre Eustáquio, sem telefone. Funciona diariamente, das 12h às 23h. – Alonsos’Burguer. Rua Curral Del Rey, 331, Padre Eustáquio, (31) 3412-1342. Funciona diariamente, das 17h às 2h. – Cantina do Sorriso. Rua Visconde de Taunay, 263, São Lucas, (31) 2515-3559. Aberto de segunda-feira a sábado, das 10h às 15h. » BIBLIOTECA DO INSTITUTO CULTURAL AMILCAR MARTINS Rua Ceará, 2.037, Funcionários, (31) 3274-6666. Funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h   Fonte: UAI

Para atender leitores, BH conta com circuito de bibliotecas municipais e iniciativas comunitárias

Carlos Henrique Ferreira tem 5 anos e ainda não sabe ler, mas não titubeia quando alguém lhe pergunta qual é seu livro preferido. “Este aqui das cobras e dos jacarés. Ah, e eu adoro lobo mau, tia. Não tenho medo dele.” O garoto é um dos frequentadores da Biblioteca Comunitária Livro Aberto, que funciona há 12 anos no Bairro Goiânia, Região Nordeste de Belo Horizonte. O espaço integra a rede de leitura Sou de Minas, Uai, coletivo de bibliotecas comunitárias que atua pela democratização do acesso ao livro, leitura e literatura. “Nossa rede conta com sete bibliotecas no estado, mas faz parte de um projeto nacional, o Programa Prazer em Ler do Instituto C&A. Biblioteca comunitária é aquela mantida pela sociedade civil, voltada para o enraizamento na comunidade e que tenta sempre aproximar o leitor das nossas atividades”, diz Rafael Mussolini, um dos coordenadores da Sou de Minas, Uai. No mesmo edifício em que fica a Livro Aberto funciona a creche em que Carlos Henrique e mais 130 crianças de 1 a 5 anos são atendidas. A cada dia, uma turma se esbalda no espaço, que tem área específica para os pequenos e realiza atividades como contação e mediação de histórias, brincadeiras com fantoches e o “desafio” invente a sua história. “Temos essa área maior para a literatura infantojuvenil justamente porque é o público em formação. Mas há cerca de 3 mil livros para todas as idades – biografias, poesia, cordel, literatura brasileira, africana, conto, biografia, folclore. Manter uma biblioteca é complicado, imagina uma comunitária. Mas é prazeroso ver que dá resultado. A biblioteca tem enorme importância na vida de muita gente daqui”, diz o mediador de leitura Túlio Damascena. A coordenadora da creche é Pollyanna Natália (cujo nome é uma homenagem ao clássico infantojuvenil de Eleanor H. Porter), que também enfatiza o papel da Livro Aberto na comunidade do Bairro Goiânia e região. “A biblioteca é o nosso xodó. Conhecimento não é para ficar guardado.” Municipais A Biblioteca Pública Infantil e Juvenil (BPIJBH), criada em 1991, durante muitos anos teve como sede o antigo prédio da Fafich, na Rua Carangola, no Santo Antônio. Há dois anos, ela se mudou para o prédio que abriga o Centro de Referência da Juventude, na Praça da Estação. A BPIJBH é uma das 21 bibliotecas mantidas pela Fundação Municipal de Cultura (FMC). Elas estão localizadas em centros culturais, museus e centros de referência em todas as regionais da cidade. Todas oferecem serviços de empréstimo e apoio à pesquisa, atividades de promoção da leitura (oficinas, rodas de leitura, narração de histórias, saraus, visitas guiadas, palestras etc.) e encontros de profissionais que trabalham com a formação de leitores (oficinas, cursos e palestras). Quem se cadastra em qualquer unidade tem direito de tomar empréstimos em qualquer uma das 21 bibliotecas da prefeitura. Fabíola Farias, coordenadora da rede de bibliotecas da FMC, informa que o acervo é praticamente idêntico em todas as unidades, mas algumas contam com coleções específicas, como é o caso da unidade do Cine Santa Tereza (audiovisual), do Centro de Referência da Moda (moda) e do Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado (cultura popular). “As bibliotecas são uma oportunidade para que a população possa participar da cultura escrita. Tudo que é importante está escrito, seja um documento, um pensamento, uma narrativa. É papel da biblioteca permitir esse acesso à cultura escrita”, afirma. Fabíola diz notar que há no Brasil a imagem, sobretudo entre as classes média e alta, que associa as bibliotecas a algo menor e “de pobre”. “É uma visão completamente errada. Aqui temos livros que você vai encontrar em qualquer livraria, dos clássicos aos lançamentos. É um preconceito, infelizmente.” O bibliotecário Wander Ferreira, que é deficiente visual, salienta o papel inclusivo das bibliotecas. “Elas atendem todo tipo de leitor, seja com livros em braile ou audiolivros, de todas as idades e classes. A BPIJBH, por exemplo, por sua localização central, recebe muitos moradores de rua. É bem interessante e democrático.Todo muito tem acesso ao bem cultural”, avalia. O morador de rua Bruno Fortunato, de 26 anos, frequenta a Biblioteca Infantil e Juvenil sempre que pode e se interessa sobretudo por histórias em quadrinhos. “É para passar o tempo. Gosto muito de super-herói. Quero saber mais coisas sobre a história do Brasil, sobre economia. O livro deixa a gente mais inteligente”, opina. Itinerância A Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais foi criada em 1954. O espaço foi construído a pedido do então governador Juscelino Kubitschek, que encomendou o projeto ao arquiteto Oscar Niemeyer. “A Biblioteca não só tem a função básica de empréstimos e consultas de livros e periódicos, como promove cerca de 300 ações por ano. Ela vai além dos seus muros”, afirma a diretora Alessandra Gino. Entre os projetos, destaca dois que promovem a democratização do acesso: o Caixa-Estante, serviço que envia acervos selecionados a instituições como hospitais, creches, asilos e centros de detenção, e o carro-biblioteca, que leva leitura e informação a quem está distante do centro da capital mineira. A biblioteca itinerante está presente de segunda a sexta em bairros da região metropolitana de BH. “O público que vem aqui é de 0 a 90 anos. Nosso acervo abrange 570 mil exemplares, incluindo livros, jornais, revistas, coleções de obras raras. Mas o que circula mesmo são cerca de 160 mil, incluindo a biblioteca infantojuvenil. As pessoas gostam de ler, se interessam. Mesmo com esses avanços tecnológicos, temos frequentadores assíduos”, assegura Alessandra. Um desses frequentadores é o músico aposentado José Vicente Santos, de 66. Morador do São Gabriel, ele não se importa de pegar ônibus e metrô para ir até a biblioteca, que fica na Praça da Liberdade. “Nem sei quantas vezes fui lá. Virei piolho da biblioteca. Sempre gostei de ler, mas, depois que parei de trabalhar, esse lugar virou minha segunda casa. Se deixar, não saio de lá. Não tem coisa melhor do que uma biblioteca”, afirma. Na prateleira Confira endereços de bibliotecas em BH » Biblioteca Infantil e Juvenil de BH.

UFMG recebe “1º Seminário NEPPAMCS: Patrimônio e mediações culturais na contemporaneidade”

Nos dias 11 e 12 de abril, a Escola de Ciência da Informação (ECI) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) sediará o “I Seminário NEPPAMCs: Patrimônio e mediações culturais na contemporaneidade“. O evento é gratuito. Os interessados em participar apenas como ouvintes devem fazer sua inscrição online, no site do seminário, ou presencialmente no local e data da abertura do evento: Auditório Azul, prédio da ECI, no dia 11 de abril, período da manhã, das 8 às 9h. O seminário, promovido pelo NEPPAMCs, tem por objetivo ampliar o espaço de debate sobre a questão do patrimônio cultural, incentivando o diálogo entre interessados no tema. Para o coordenador do NEPPAMCs e professor da ECI, o antropólogo Rubens Alves da Silva, esse seminário é uma oportunidade para “incentivar o fortalecimento de uma rede de interlocução através do compartilhamento, no espaço da Escola de Ciência da Informação, do diálogo e das trocas de experiências no campo de estudo do patrimônio cultural sob múltiplas perspectivas disciplinares de áreas do conhecimento”.   Fonte: UFMG

Revista PontodeAcesso lança nova edição

A Revista PontodeAcesso, publicação do Instituto de Ciência da Informação (ICI), da Universidade Federal da Bahia (UFBA), realizou o lançamento da sua edição de v. 11, n. 1. O objetivo da revista é tornar acessíveis, livres e gratuitos trabalhos acadêmicos focados em temas no campo de estudos da Informação, entre eles: Gestão da Informação e do Conhecimento; Inteligência Competitiva; Sistemas e Redes de Informação; Políticas e Estratégias de Informação; Teorias da Informação; Biblioteconomia; Arquivologia; Bancos de Dados; Comunicação da Informação Científica; Propriedade Intelectual; Tecnologias da Informação; Sociedade da Informação e do Conhecimento; Economia da Informação. Além de artigos, debates e entrevistas, a revista publica resenhas de publicações, de softwares e de modelos de gestão de informação e conhecimento. Para mais informações, acesse este endereço. Fonte: UEPB

FEBAB divulga calendário de eventos nacionais e internacionais de Biblioteconomia e Ciência da Informação

A Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários (FEBAB) divulgou um calendário de eventos nacionais e internacionais de Biblioteconomia e Ciência da Informação. O objetivo da ação é compilar todos os principais eventos da área numa só plataforma. Em abril, por exemplo, está previsto o Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias (XX SNBU 2018), que acontece na Universidade Federal da Bahia, em Salvador. Diversos outros eventos estão previstos ao longo do ano. São palestras, seminários, fóruns, simpósios e diversas outras atividades para enriquecer o currículo profissional e acadêmico dos bibliotecários do Brasil. Para acessá-los, basta acompanhar este endereço. Quem quiser divulgar determinado evento ou colaborar com algum que ainda não esteja no calendário, basta enviar uma mensagem para o e-mail para divulga.febab@gmail.com. Serão divulgados somente eventos internacionais, nacionais ou regionais da área ou aqueles organizados pela FEBAB e suas associações. Então, organize-se e participe dos eventos!

Política de Educação Conectada levará internet de alta velocidade a escolas públicas até 2024

Foi lançada a Política de Inovação Educação Conectada, programa que prevê a maior ação de conectividade na rede de ensino brasileira das últimas duas décadas. A nova política tem o objetivo de universalizar o acesso à internet de alta velocidade nas escolas, a formação de professores para práticas pedagógicas mediadas pelas novas tecnologias e o uso de conteúdos educacionais digitais em sala. Na fase de indução da ação, até o final de 2018, o Ministério de Educação (MEC) deve investir R$ 271 milhões. Desse montante, R$ 255,5 milhões serão para melhoria da infraestrutura e conexão das escolas, o que inclui a ampliação da rede terrestre de banda larga, serviços de conectividade, infraestrutura de wi-fi, compra de dispositivos e aquisição de um satélite que vai levar internet de no mínimo 10 Mb a escolas da zona rural, locais em que a estrutura terrestre não é viável ou é dispendiosa. O satélite de monitoramento, orçado em R$ 120 milhões, a serem pagos com recursos do MEC, será contratado em parceria com o MCTIC. Os outros R$ 15,5 milhões da fase de indução irão financiar a formação de articuladores locais, construção de plataforma para cursos on-line e produção de conteúdos específicos. A intenção é que, até o final do próximo ano, 22,4 mil escolas, urbanas e rurais, recebam conexão de alta velocidade. O processo será concluído em todas as demais escolas públicas até 2024. Atualização O secretário de Educação Básica do Ministério da Educação, Rossieli Soares, lembra que o último grande plano de conectividade ofertado para o Brasil, o Proinfo, é de 1997. “Apesar de ainda estar em vigor, o Proinfo precisa de atualização”, ressalta. “Ele era muito focado em equipamentos e não cuidava de outras dimensões. Depois, surgiram políticas fragmentadas, ora pensando em conexão, ora em recursos. Pela primeira vez, estamos falando de todas as dimensões em conjunto e isso é muito importante para que a tecnologia possa realmente auxiliar a educação. A tecnologia tem que ter um fim pedagógico”, completa. A Política de Inovação Educação Conectada é resultado de uma articulação horizontal e colaborativa, que envolveu o MCTIC, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Comitê Gestor da Internet (CGI). O BNDES irá apoiar o financiamento da política e o CGI atuará no monitoramento da velocidade da internet a ser ofertada às escolas. Essa política reúne um conjunto de diretrizes nacionais que visa garantir a todos os estados e municípios, por meio da tecnologia, a implementação de ações inovadoras em sala de aula. Ela se articula com políticas públicas já existentes ou em fase de implementação, como o Plano Nacional de Educação (PNE), a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e a reforma do ensino médio, ofertando recursos de alta qualidade e novas opções de aprendizado e ensino a estudantes e professores, independentemente da região onde residam. Também dentro da Política de Inovação Educação Conectada, está previsto um plano de formação continuada para professores e gestores com cursos específicos sobre práticas pedagógicas mediadas por tecnologia, cultura digital e outros recursos educacionais, como robótica. Paralelamente, serão preparados articuladores locais. Entre 2017 e 2018, o MEC vai oferecer bolsas de três meses para 6,2 mil articuladores que irão atuar, localmente, no processo de construção e implementação das ações na rede. Compartilhamento Outro eixo importante é a Plataforma Integrada de Recursos Educacionais Digitais, cujo portal foi desenvolvido com base no conceito de rede social e busca estimular a criação e compartilhamento de recursos digitais entre alunos e professores. Esta plataforma integrará os diversos materiais digitais educacionais já desenvolvidos pelo próprio MEC e por institutos e fundações parceiras, como Lemman, Roberto Marinho, Crescer, Inspirare, Telefônica, Natura e Educadigital, além da Associação Nacional das Fábricas de Instrumentos Musicais e Áudio (Anafima) e da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão. A adesão, já a partir desta quinta-feira, se dará pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). Por meio do Simec, as secretarias de educação estaduais e municipais indicarão, a partir de critérios, as escolas que desejam compartilhar a nova política e que, posteriormente, deverão apresentar um plano de inovação e tecnologia na educação, conforme cronograma a ser lançado. O MEC vai auxiliar na formulação deste plano ao longo do próximo ano. Acesse a plataforma.   Fonte: MEC

Vem aí o Festival Literário de Leopoldina

Entre os dias 19 e 26 de maio, a cidade de Leopoldina (MG), estará envolvida com sua primeira festa literária. O Festival Literário de Leopoldina (FLILEO) é organizado por uma equipe comprometida com o desenvolvimento de atividades culturais na cidade, composta pela Academia Leopoldinense de Letras e Artes, Academia Jovem de Letras e Artes de Leopoldina, Casa de Leitura Lya Maria Müller Botelho, CEFET-MG Unidade Leopoldina, Conhecer Educação e Cultura, Superintendência Regional de Ensino, Secretaria Municipal de Educação e Secretaria Municipal de Cultura. Serão realizadas palestras, oficinas de leitura e desenvolvimento de práticas docentes, sarau literário, feira de troca de livros, exposições, encontro com autores leopoldinenses, lançamentos de livros, apresentação teatral e encontro de fanfarras. Os eventos acontecem em diversos locais, mas, principalmente, na Casa de Leitura Lya Maria Müller Botelho, no Museu Espaço dos Anjos, no Centro Cultural Mauro de Almeida Pereira, no auditório do CEFET e na Praça Félix Martins. Acesse a programação completa neste endereço.