Praxis Softwares Gerenciais

Juliano Spyer: ““Classe C não usa Facebook para mobilização política, mas a rede motiva o jovem pobre a ler e escrever”

O antropólogo Juliano Spyer mergulhou no cotidiano de um povoado no norte da Bahia por 15 meses. Instalou-se, criou laços, adicionou e foi adicionado em centenas de contatos no Facebook e em seus grupos de WhatsApp. Passou a compartilhar os dramas sociais, enredos amorosos e memes da paisagem real e virtual, tanto pública quanto privada, da comunidade de cerca de 15.000 habitantes cujo nome ele preferiu preservar. O resultado da incursão, seu doutorado na University College London (UCL), no Reino Unido, se transformou no recém-lançado Social Media in Emergent Brazil, um dos estudos qualitativos mais completos disponíveis (o download é livre e uma versão em português deve sair em 2018) de como as classes populares no Brasil usam e incorporam a Internet e as redes sociais. A obra faz parte de uma série da universidade britânica que compara o panorama em nove países. Na entrevista abaixo, Spyer aponta um abismo que separa o tipo de uso político das redes nas classes mais abastadas e nos estratos mais pobres do país e fala do impacto dos evangélicos nessas comunidades. O grupo impressionou tanto o autor que ele já prepara novo livro sobre o tema que, por ora, leva o título Crentes, uma revolução popular brasileira. Leia a entrevista completa no site do El País.   Fonte: El País

Professora da UFRGS cria site de literatura infantil em libras

Docente na Universidade Federal do Rio Grande do Sul e uma das responsáveis pela disciplina de Língua Brasileira de Sinais (Libras) na Faculdade de Educação, Carolina Hessel criou o www.ufrgs.br/maosaventureiras onde conta histórias de literatura infantil em Libras. O site é atualizado todas as semanas com a contação de novos livros. “Meu desejo é atingir o público de escolas de surdos/ouvintes, para que essas boas histórias sejam conhecidas. A internet é uma maneira barata e fácil de dar acesso para todos. Quero preencher esta lacuna para as crianças surdas e também enriquecer o acervo de histórias sinalizadas na internet”, prospecta. Carolina detalha que é amante de literatura Infantil, de artes e filmes e conta com auxílio dos amigos Liliane Giordani, Marcelo Bertoluci, Rosa Maria Hessel e Claudio Mourão, e do bolsista de Extensão Gabriel Cianeto. “Minha inspiração veio porque sempre gostei contar histórias em Libras com livros, desde que trabalhava nas escolas de surdos. Também quero dar acesso das crianças surdas à literatura infantil variada e de qualidade”, destaca a professora, ao lembrar que, segundo ela, não há no Brasil outro site que apresente literatura infantil variada em Libras. “Outros sites brasileiros (bem poucos) mostram apenas contos clássicos como Contos de Fadas, dos irmãos Grimm”. Conforme a professora, o processo de escolha varia muito, pois depende da época do mês, do lançamento de livros conhecidos. “Algumas das obras que já contei no site são: Adelia, de Jean-Claude Alphen (Prêmio Jabuti), Carona na Vassoura, de Julia Donaldson, Axel Scheffler, O presente do Saci, de Lalau & Laurabeatriz. Também conto histórias clássicas como “O sanduíche da Maricota”, de Avelino Guedes muito trabalhado na Educação Infantil”, revela   Fonte: UFRGS

7ª edição do relatório “De Olho nas Metas” já está disponível

O relatório “De Olho nas Metas” é uma publicação bienal que traz o monitoramento dos indicadores das cinco mtas estabelecidas pelo movimento em 2006: 1) Toda criança e jovem de 4 a 17 anos na escola; 2) Toda criança plenamente alfabetizada até os 8 anos; 3) Todo aluno com aprendizado adequado ao seu ano; 4) Todo jovem de 19 anos com Ensino Médio concluído; 5) Investimento em Educação ampliado e bem gerido. O objetivo do relatório é mensurar e analisar a evolução de municípios, estados e da federação no que tange a acesso/atendimento, alfabetização, aprendizagem, fluxo escolar e investimento/gestão da educação pública brasileira. A sétima edição do “De Olho nas Metas” ainda conta com artigos inéditos e exclusivos sobre temas fundamentais para as políticas educacionais brasileiras como acesso, tecnologia, formação docente, protagonismo juvenil e financiamento. O Todos Pela Educação, fundado em 2006, é um movimento da sociedade civil brasileira que tem como missão contribuir para que até 2022, ano do bicentenário da Independência do Brasil, o país assegure a todas as crianças e jovens Educação Básica de qualidade. Apartidário e plural, congrega representantes de diferentes setores da sociedade, como gestores públicos, educadores, pais, alunos, pesquisadores, profissionais de imprensa, empresários e todas as pessoas ou organizações que são comprometidos com a garantia do direito a uma Educação de qualidade. Para baixar a publicação acesse esta página.

Política de Educação Conectada levará internet de alta velocidade a escolas públicas até 2024

Foi lançada a Política de Inovação Educação Conectada, programa que prevê a maior ação de conectividade na rede de ensino brasileira das últimas duas décadas. A nova política tem o objetivo de universalizar o acesso à internet de alta velocidade nas escolas, a formação de professores para práticas pedagógicas mediadas pelas novas tecnologias e o uso de conteúdos educacionais digitais em sala. Na fase de indução da ação, até o final de 2018, o Ministério de Educação (MEC) deve investir R$ 271 milhões. Desse montante, R$ 255,5 milhões serão para melhoria da infraestrutura e conexão das escolas, o que inclui a ampliação da rede terrestre de banda larga, serviços de conectividade, infraestrutura de wi-fi, compra de dispositivos e aquisição de um satélite que vai levar internet de no mínimo 10 Mb a escolas da zona rural, locais em que a estrutura terrestre não é viável ou é dispendiosa. O satélite de monitoramento, orçado em R$ 120 milhões, a serem pagos com recursos do MEC, será contratado em parceria com o MCTIC. Os outros R$ 15,5 milhões da fase de indução irão financiar a formação de articuladores locais, construção de plataforma para cursos on-line e produção de conteúdos específicos. A intenção é que, até o final do próximo ano, 22,4 mil escolas, urbanas e rurais, recebam conexão de alta velocidade. O processo será concluído em todas as demais escolas públicas até 2024. Atualização O secretário de Educação Básica do Ministério da Educação, Rossieli Soares, lembra que o último grande plano de conectividade ofertado para o Brasil, o Proinfo, é de 1997. “Apesar de ainda estar em vigor, o Proinfo precisa de atualização”, ressalta. “Ele era muito focado em equipamentos e não cuidava de outras dimensões. Depois, surgiram políticas fragmentadas, ora pensando em conexão, ora em recursos. Pela primeira vez, estamos falando de todas as dimensões em conjunto e isso é muito importante para que a tecnologia possa realmente auxiliar a educação. A tecnologia tem que ter um fim pedagógico”, completa. A Política de Inovação Educação Conectada é resultado de uma articulação horizontal e colaborativa, que envolveu o MCTIC, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Comitê Gestor da Internet (CGI). O BNDES irá apoiar o financiamento da política e o CGI atuará no monitoramento da velocidade da internet a ser ofertada às escolas. Essa política reúne um conjunto de diretrizes nacionais que visa garantir a todos os estados e municípios, por meio da tecnologia, a implementação de ações inovadoras em sala de aula. Ela se articula com políticas públicas já existentes ou em fase de implementação, como o Plano Nacional de Educação (PNE), a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e a reforma do ensino médio, ofertando recursos de alta qualidade e novas opções de aprendizado e ensino a estudantes e professores, independentemente da região onde residam. Também dentro da Política de Inovação Educação Conectada, está previsto um plano de formação continuada para professores e gestores com cursos específicos sobre práticas pedagógicas mediadas por tecnologia, cultura digital e outros recursos educacionais, como robótica. Paralelamente, serão preparados articuladores locais. Entre 2017 e 2018, o MEC vai oferecer bolsas de três meses para 6,2 mil articuladores que irão atuar, localmente, no processo de construção e implementação das ações na rede. Compartilhamento Outro eixo importante é a Plataforma Integrada de Recursos Educacionais Digitais, cujo portal foi desenvolvido com base no conceito de rede social e busca estimular a criação e compartilhamento de recursos digitais entre alunos e professores. Esta plataforma integrará os diversos materiais digitais educacionais já desenvolvidos pelo próprio MEC e por institutos e fundações parceiras, como Lemman, Roberto Marinho, Crescer, Inspirare, Telefônica, Natura e Educadigital, além da Associação Nacional das Fábricas de Instrumentos Musicais e Áudio (Anafima) e da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão. A adesão, já a partir desta quinta-feira, se dará pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). Por meio do Simec, as secretarias de educação estaduais e municipais indicarão, a partir de critérios, as escolas que desejam compartilhar a nova política e que, posteriormente, deverão apresentar um plano de inovação e tecnologia na educação, conforme cronograma a ser lançado. O MEC vai auxiliar na formulação deste plano ao longo do próximo ano. Acesse a plataforma.   Fonte: MEC

Metade dos artigos científicos no Brasil são escritos por mulheres

Na última semana, circulou com força pelas redes sociais o relatório Gender in the Global Research Landscape, que destaca o Brasil como um dos exemplos de sucesso em promover a igualdade entre homens e mulheres no ambiente acadêmico. O documento, feito pela editora Elsevier, é de 2017 e leva em conta dados de artigos científicos escritos entre 1995 e 2015. Nesses 20 anos, as mulheres brasileiras passaram a assinar a mesma proporção de artigos científicos que os homens (50%-50%) – um crescimento considerável, já que, entre 1996 e 2000, só 38% dos artigos publicados tinham sido escritos por uma mulher. Os níveis de participação do Brasil foram os mais altos do relatório, empatando com Portugal: em ambos os países, 49% dos artigos vinham das mãos de uma cientista mulher. Levando em consideração o tamanho das populações, o número absoluto de artigos publicados por mulheres brasileiras nessas duas décadas é massivamente superior ao de papers lançados no país europeu. Em outros países de referência, como EUA e Reino Unido, a participação de autoras femininas fica em cerca de 40%, segundo os dados entre 2011 e 2015. Por último, vinha o Japão, onde elas assinam só 20% dos papers. Outras facetas positivas do Brasil aparecem no relatório. Aumentou o número de inventoras brasileiras: elas registram 17% das patentes criadas desde 2000. O índice é novamente mais igualitário que nos Estados Unidos, onde 86% dos inventores são homens. A única notícia ruim do relatório é que as mulheres permanecem sendo menos citadas que seus colegas homens em outros artigos – e isso é verdade não apenas no Brasil, mas em outros países latinos, como Chile e México. Um importante fator de desequilíbrio entre gêneros no ambiente acadêmico, porém, não foi levado em conta pelo estudo. Trata-se do chamado de leaking pipe (basicamente, “um cano que vaza”): no início do ensino superior, as mulheres estão presentes na mesma quantidade e até são maioria entre os pesquisadores (principalmente nas áreas de humanas e biológicas). A participação delas diminui no mestrado e cai ainda mais no doutorado. O resultado é que os índices são muito diferentes (e bem menos otimistas) para posições sêniores da academia, onde os homens chegam a dominar 87% dos cargos. A maioria dos relatórios anuais sobre educação e gênero, como o Relatório de Monitoramento Global da Educação da Unesco mostra que, além de atrair mulheres para academia e garantir a participação delas (como autoras de artigos, por exemplo), é importante identificar os principais pontos de vazamento do cano – ou seja, não só descobrir como incluir mulheres na academia, mas como não perdê-las.   Fonte: Superinteressante | Ana Carolina Leonardi

Participe da palestra “Sustentabilidade: na pauta dos CEO’s e na prática das empresas”

A pesquisa “Estágios da Sustentabilidade Corporativa”, realizada pelo Núcleo de Sustentabilidade da Fundação Dom Cabral, mostra que o envolvimento dos CEO’s na sustentabilidade dentro das empresas brasileiras cresceu bastante, apontando um maior engajamento da liderança em iniciativas sociais e ambientais. Em contrapartida, essa mesma pesquisa mostra que as empresas não estão verdadeiramente preparadas e engajadas nesse discurso. Participe da palestra “Sustentabilidade: na pauta dos CEO’s e na prática das empresas“, e conheça as melhores práticas do mercado com o professor da FDC Heiko Spitzeck. Durante o evento, serão apresentadas ferramentas que ajudam a definir o estágio de maturidade da sua empresa em Sustentabilidade Corporativa, além de proporcionar um esboço de um plano de ação para tornar sua empresa mais sustentável, ajudando a apoiar o discurso da liderança. O palestrante será Heiko Spitzeck, professor e gerente do Núcleo de Sustentabilidade da FDC. Doutor em Business Ethics, pela University of St. Gallen (Suíça), membro do Comitê Brasileiro do Pacto Global. A palestra será dia 05 de abril, das 09h às 12h, no Campus São Paulo da FDC, localizado à Av. Dr. Cardoso de Melo, 1184, 6º andar – Vila Olímpia, São Paulo/SP. Inscreva-se. O evento é gratuito e as vagas são limitadas.

Biblioteca comemora 106 anos com lançamento de projeto social no Mato Grosso

A Biblioteca Estadual Estevão de Mendonça, que completou 106 anos nesta segunda-feira (26 de março), deverá promover ações para ajudar as pessoas no combate a depressão e ao suicídio em Mato Grosso. O projeto, chamado ‘Todos pela Vida’, acontece em parceria com o grupo Clichês na Rua e foi lançado nesta segunda-feira, no Palácio da Instrução, em Cuiabá. Com o slogan “Depressão e Suicídio, Falar é a Melhor Opção”, o projeto desenvolve ações de conscientização por meio da biblioterapia, com palestras, exposição de cartazes e direcionamento de atividades para o público-alvo. Segundo com a coordenadora do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de Mato Grosso (SEBPMT), Waldineia Almeida, o projeto conta com profissionais na área de psicologia, psiquiatria, nutrição e educação física, que estarão à disposição da população. De acordo com ela, as palestras e atividades na biblioteca estadual devem ocorrer de 3 a 5 de abril. Depois, o projeto irá se estender para as escolas estaduais e municipais de Cuiabá e Várzea Grande, região metropolitana da capital. “Queremos mostrar e conscientizar toda a população, jovens e adultos, que têm pessoas que sofrem de depressão e têm vergonha de falar. Isso existe, não é frescura e precisamos falar”, disse a coordenadora. Uma marcha com o intuito de chamar a atenção da sociedade sobre depressão e suicídio também está sendo organizada e deverá ocorrer em junho deste ano, com início na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e término na Praça Alencastro, no Centro de Cuiabá. Fonte: G1

Conheça as bibliotecas públicas selecionadas no Programa Conecta Biblioteca

Realização da ONG Recode e da Caravan Studios, o Conecta Biblioteca é um programa nacional de estímulo à transformação social por meio de bibliotecas públicas, recursos vitais para o desenvolvimento de comunidades. O programa tem o objetivo de aproximar a comunidade da biblioteca e atrair novos usuários para esses equipamentos culturais, especialmente jovens em situação de vulnerabilidade social. Para isso, promove apoio e formação continuada a uma rede de profissionais de bibliotecas, estimulando-os a aprofundarem sua atuação como agentes de transformação. Adicionalmente, o Conecta Biblioteca visa contribuir com o fortalecimento e a sustentabilidade da rede nacional de bibliotecas. Sintonizado com as políticas públicas para o setor, o Programa está orientado pelas metas estabelecidas no Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), Plano Nacional de Cultura (PNC) e também pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS). O Conecta Biblioteca tem apoio do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP) e da Diretoria do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas (DLLLB) e patrocínio da Fundação Bill & Melinda Gates. Assista ao vídeo institucional a seguir: O Prêmio Para concorrer no projeto, puderam se inscrever instituições em municípios com até 400 mil habitantes e Distrito Federal, que tenham no mínimo três computadores disponíveis para o público com conexão à Internet banda larga, além de ter cadastro atualizado junto ao sistema nacional de bibliotecas públicas e sistemas estaduais. O programa oferece aos bibliotecários e profissionais desses espaços formação, com módulos presenciais e à distância, em temas como pesquisa da comunidade, gestão participativa, estratégias de comunicação e articulação, visando a implementação de uma programação para atrair novos usuários para esses equipamentos culturais, especialmente jovens. As bibliotecas vencedoras participarão do II Encontro Nacional do Conecta Biblioteca que acontecerá em maio de 2018 no Estado do Rio de Janeiro. O programa Conecta Biblioteca reunirá cerca de 200 participantes das duas fases do programa. A etapa inicial tem o objetivo de formar profissionais em pesquisas de comunidade a fim de coletar dados para identificar as demandas da população para o equipamento cultural e desenvolvimento educacional. Em entrevista ao A Crítica, Melly Senna, coordenadora do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas do Estado de Mato Grosso do Sul disse que a importância do projeto é o seu caráter de valorização das bibliotecas. “Os bibliotecários vão passar por uma formação sobre o estudo das comunidades, uma capacitação para desenvolver nas bibliotecas um modelo de gestão participativa. A partir desse encontro nacional, os municípios participantes receberão cursos de formação presenciais e a distância. O Sistema vai estar diretamente envolvido em todo o processo”. Foram selecionadas 108 bibliotecas de todo o Brasil. Diversas cidades do Brasil foram contempladas com o prêmio. O Estado com maior número de cidades foi o Pará, com doze municípios ganhadores: Oriximiná, Baião, Augusto Corrêa, Cachoeira do Piriá, Breves, Aurora do Pará, Primavera, Tailândia, Juruti, Barcarena, Tucuruí e Marabá. Em 2017, o programa impactou 79 mil pessoas direta e indiretamente nos 86 municípios participantes de 24 Estados e DF, por meio de 92 bibliotecas e 550 jovens voluntários. Confira aqui a lista de bibliotecas selecionadas em 2018 ou acompanhe a seguir: BIBLIOTECA MUNICÍPIO ESTADO Biblioteca Pública Elomar de Souza Braga Epitaciolândia AC Biblioteca Pública Euclides da Cunha Feijó Biblioteca Pública de Sena Madureira Sena Madureira Biblioteca Pública Maestro Sandoval dos Anjos Rio Branco Biblioteca Pública Estadual Luiz Galvez Rodrigues de Árias Porto Acre Biblioteca Municipal Padre Julio de Albuquerque Campo Alegre AL Biblioteca Municipal Graciliano Ramos Quebrangulo Biblioteca Pública Municipal Dr. Luiz Ramalho dos Reis Coruripe Biblioteca Agnelo Rodrigues de Melo Lagoa da Canoa Biblioteca Pública Municipal Breno Accioly Santana do Ipanema Biblioteca Pública Estadual Elcy Lacerda Macapá AP Biblioteca Pública Municipal Herberto Sales Andaraí BA Biblioteca Municipal Conêgo Francisco Reis Catu Biblioteca Municipal Desembargador Ricardo Borges Itapicuru Biblioteca Pública Professora Eulina Assunção Novaes Iguaí Biblioteca Pública Municipal Neuraci Dourado Pereira. América Dourada Biblioteca Municipal Dermeval Araújo Bento Teofilândia Biblioteca Municipal Fabiane Campos Santos Gama Banzaê Biblioteca Pública Jurenilva Maria Santiago Fahning Cairu Biblioteca Pública Municipal Dr. Matos Peixoto Iguatu CE Biblioteca Municipal Lustosa da Costa Sobral Biblioteca Pública Municipal Professor Almino Gabriel Viana Várzea Alegre Biblioteca Pública Municipal Poeta Manoel Nicodemos Araújo Acaraú Biblioteca Pública Municipal Padre Agostinho Mascarenhas Barbalha Biblioteca Municipal Adelpho Poli Monjardim Vitória ES Biblioteca Municipal Maria Geaquinto Jerônimo Monteiro Biblioteca Pública Municipal Júlia Colnago Miranda Viana Biblioteca Pública Antonio Azevedo Lima Linhares Biblioteca Zeca Batista Anápolis GO Biblioteca Pública Municipal Professor Josino Bretas Caldas Novas Biblioteca Pública Municipal Dona Agnes Chagas Cocalzinho de Goiás Biblioteca Municipal Jerônimo Martins Marquez Acreúna Biblioteca Pública Frei Mateus Rocha Abadiânia Biblioteca Pública de Icatu Icatu MA Biblioteca Pública Municipal Carlos Alberto de Sá Barros Penalva Biblioteca Pública de São Francisco do Brejão São Francisco do Brejão Biblioteca Pública Municipal Josué Montello João Lisboa Biblioteca Pública Gonçalves Dias Lago do Junco Biblioteca Pública Municipal Humberto de Alencar Castelo Branco Unaí MG Biblioteca Pública Municipal René Lepesqueur Paracatu Biblioteca Pública Municipal Aurélio Camilo Nova Serrana Biblioteca Pública Municipal Djalma Andrade Congonhas Biblioteca Municipal de Chapadão do Sul Chapadão do Sul MS Biblioteca Pública Municipal de Terenos Terenos Biblioteca Pública Cristóvão Ferreira Corguinho Biblioteca Rubem Alves Peixoto de Azevedo MT Biblioteca Publica Érico Veríssimo Água Boa Biblioteca Pública Municipal Geraldo Gomes Faria Jaciara Biblioteca Pública Municipal Professora Leonidia Avelino de Moraes Cáceres Biblioteca Municipal Centro do Saber André dos Santos Sapezal Biblioteca Pública Monteiro Lobato Sorriso Biblioteca Municipal Fonte do Aprendiz Querência Biblioteca Pública Municipal Manoel Severino da Silva Rondonópolis Biblioteca Municipal Enéas cavalcante Oriximiná PA Biblioteca Pública Baião Pública Baião Biblioteca Pública Municipal Antônio Coutinho de Campos Augusto Corrêa Biblioteca Pública Municipal Professora Dica Cachoeira do Piriá Biblioteca Pública Municipal Eustórgio Miranda Breves Biblioteca Pública Municipal Papa João Paulo II Aurora do Pará Biblioteca Pública Municipal Ruth Passarinho Primavera Biblioteca Pública Municipal Machado de Assis Tailândia Biblioteca Manoel Marinho da Silva Juruti Biblioteca Publica Municipal Dr. Firmo Cardoso Barcarena Biblioteca Municipal Bruno de Menezes Tucuruí Biblioteca Municipal Orlando Lima Lobo Marabá Biblioteca municipal professora Maria Lira Belém PB Biblioteca Pública Municipal Augusto dos Anjos Frei Martinho Biblioteca Municipal Monsenhor José Marques Da Fonseca

Mais três acervos brasileiros vão integrar Memória do Mundo

O Brasil passa a ter mais três acervos no registro internacional do Programa Memória do Mundo, da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). “Antonio Carlos Gomes: compositor de dois mundos”, o “arquivo pessoal de Nise da Silveira” e a “coleção educador Paulo Freire” serão certificados nesta quinta-feira, a partir das 18h, em cerimônia realizada na sede do Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro. Criado em 1992, o Programa Memória do Mundo da Unesco reconhece como patrimônio da humanidade documentos, arquivos e bibliotecas de grande valor internacional, regional e nacional, inscrevendo-os nos registros e conferindo-lhes certificados que os identificam. Os critérios de seleção para a inscrição de um acervo documental na lista do Registro da Memória do Mundo estão relacionados à sua importância mundial e ao seu destacado valor universal. Submetido à Unesco por Brasil e Itália, o acervo de Carlos Gomes é custodiado por oito instituições, entre elas o Museu Histórico Nacional e o Museu Imperial – ambos integrantes da rede de museus do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), entidade vinculada ao Ministério da Cultura. No acervo, constam documentos produzidos pelo compositor, que nunca foram apresentados por completo. Entre as mais famosas obras dele, está a ópera O Guarani. O arquivo pessoal de Nise da Silveira é custodiado pela Sociedade de Amigos do Museu do Inconsciente. Consiste em uma coleção com aproximadamente 8 mil itens, incluindo documentos textuais, iconográficos, bibliográficos e de mídia. É pioneira no Brasil no uso de terapia ocupacional e de atividades de expressão artística no tratamento de distúrbios psiquiátricos no Centro Psiquiátrico Nacional, na década de 1950. Já a coleção educador Paulo Freire, custodiada pela sua viúva, Nita Freire, e pelo Instituto Paulo Freire, é composta por uma vasta coleção de documentos ligados a áreas de educação popular, alfabetização de jovens e adultos, movimentos sociais, educação em política e ecopedagogia. O educador brasileiro atuou como professor e ativista social. Seus pensamentos influenciaram diversas áreas do conhecimento e introduziram o conceito de educação popular dentro e fora do Brasil. Outros acervos brasileiros Além dos três, há outros seis acervos brasileiros registrados no Programa. São eles: apresentações iconográficas e cartográficas da Guerra da Tríplice Aliança (submetido pelo Brasil e o Uruguai e recomendado para inscrição em 2015); arquivo arquitetônico de Oscar Niemeyer (submetido pelo Brasil e recomendado para inclusão em 2013); documentos relativos às viagens do Imperador Dom Pedro II no Brasil e no exterior (submetido pelo Brasil e recomendado para inclusão em 2013); arquivos da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais (Westindische Compagnie – WC, submetido por oito países, incluindo o Brasil, e recomendado para inclusão em 2011); rede de informação e contrainformação do regime militar no Brasil (1964-1985) (submetido pelo Brasil e recomendado para inclusão em 2011); e coleção do Imperador: fotografia estrangeira e brasileira do século XIX (submetido pelo Brasil e recomendado para inclusão em 2003). Fonte: Ministério da Cultura, com informações do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram)