Praxis Softwares Gerenciais

ABMG lança livros sobre biblioteconomia e empreendedorismo na UFMG

A Associação de Bibliotecários de Minas Gerais (ABMG) lançará esta semana as publicações ‘Biblioteconomia Social: Possíveis Caminhos para a Construção da Cidadania’ e ‘Empreendedorismo na Biblioteconomia: Outros Caminhos e Possibilidades’. O objetivo das obras é contribuir com o fortalecimento da área da biblioteconomia. O evento de lançamento será às 18h30 do dia 20 de dezembro de 2018, na sala 1000 da Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Os autores presentes irão socializar suas ideias expressas nos capítulos. Além disso, durante o evento, serão realizadas ações culturais e uma confraternização de final de ano. O encerramento do lançamento está previsto para as 22h15. O lançamento das obras está inserido no projeto de extensão intitulado “Luz do Conhecimento”. Para saber mais sobre o tema, acesse este site. A organização dos dois volumes está a cargo dos bibliotecários Jorge Santa Anna, Edcleyton Fernandes e Maria Elizabeth de Oliveira Costa, que integram a Comissão Organizadora. Os interessados na publicação podem entrar em contato através dos telefones (27)99747-3738 ou (27)99268-1527.

25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo traz espaço inédito com programação dedicada às tendências do mercado editorial

Nem só de público ávido por leitura se faz uma Bienal do Livro. Dela também participam profissionais que pensam o setor, escrevem, vendem e estimulam a leitura no país. Ampliando a visibilidade e as atrações para este público “interno”, trazendo-os para o centro do debate acerca o movimento atual deste mercado, a CBL (Câmara Brasileira do Livro) apresenta uma novidade nesta edição da Bienal Internacional do Livro de São Paulo: o espaço Papo de Mercado. Entre os dias 3 a 12 de agosto, no Anhembi, profissionais da área e demais interessados poderão compreender o cenário atual e refletir sobre os caminhos de um segmento tão importante para o fomento da educação e da cultura que vem assistindo a muitas mudanças. Em 2017 produziu 393,3 milhões de exemplares, vendeu 355 milhões e faturou R$ 5,17 bilhões, segundo a última pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro. Já no varejo, contou com um crescimento real de 3,2% em 2017, com tendência de recuperação em 2018, segundo a Bookscan. “Queremos dar voz às reflexões do mundo do livro e valorizar discussões importantes do nosso setor, que vive momentos de reinvenção, com grandes oportunidades”, afirma Vera Esaú, Gerente de Relações Institucionais da CBL e curadora do espaço. Na programação estão contemplados grandes tendências do segmento como a autopublicação, a importância do ilustrador para os livros infantis, o estímulo à leitura infantil e juvenil, além do papel das bibliotecas como propulsoras da formação leitora. Assuntos atuais como os programas do Plano Nacional do Livro e da Leitura também estarão presentes. A CBL lançará ainda o primeiro Guia para Livrarias Independentes – outra tendência do mercado. Voltado aos empreendedores interessados em abrir seu negócio longe dos grandes centros, o material será distribuído gratuitamente para os participantes dos debates, terá a versão digital que ficará disponível no site da CBL, da Associação Nacional de Livrarias (ANL), nos demais canais do mercado editorial, além das plataformas de empreendedorismo. Entre os debates e mesas em destaque – que vão aguçar a curiosidade de um público especializado e para quem quer conhecer melhor o setor – estão: Sucessos e Desafios nos Planos Nacionais de Leitura na América Latina, com a participação de Renata Costa, secretaria-executiva do Plano Nacional do Livro e Leitura do MinC, Marianne Ponsford, diretora do CERLALC (Centro Regional para o Fomento do Livro na América Latina e Caribe), Marina Nuñez Bespalova, diretora de Publicações da Secretaria de Cultura do México e Karla Eliessetch Foncillas, coordenadora do Plano Nacional de Leitura do Chile; O que é e como trabalha o Agente Literário, com Lucia Riff, uma das pioneiras do setor, Alessandra Pires (O Agente Literário), Alessandra Ruiz (Authoria Studio) e Ana Maria Santeiro (AMS Agência Literária); Autopublicação, com Ricardo Garrido, da Amazon Brasil, Sandra Espilotro, da e-galáxia, Daniel Pinsky da editora Labrador e Henrique Farinha da editora Évora; e O Livro para a Infância Hoje, com Silvana Salerno, do Estúdio Sabiá, e Julia Schwarcz, editora de literatura infantil da Companhia das Letras. Já para discutir também a relação do Brasil com o mercado internacional, possibilidade de intercâmbio de conhecimento e negócios, o espaço traz ainda a mesa redonda Como Negociar Direitos Autorais com o Mundo Árabe, com participação de Rawan Dabbas, Diretora de Relações Internacionais da Emirates Publishers Association de Sharjah – país convidado de honra desta Bienal. Confira aqui a programação completa.     Fonte: CBL

Ciclo de debates na Flip reúne escritores, leitores e bibliotecas

Durante a Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), a literatura, as políticas públicas do livro e da leitura e as bibliotecas comunitárias vão estar em evidência, entre os dias 26 e 28 de julho, no ciclo de debates “Sabores do Livro e da Leitura”, promovido pelo Instituto C&A e a Rede Nacional de Bibliotecas Comunitárias (RNBC), em parceria com a Rede LEQT (Leitura e Escrita de Qualidade para Todos). “É importante estarmos presentes nos principais eventos literários do país para falar sobre as bibliotecas e disseminar suas ações e seu trabalho de incentivo à leitura nas periferias do país”, afirma Rafael Mussolini, integrante da RNBC, que vai participar da mesa de abertura do ciclo, na quinta, 26, às 14h, sobre a pesquisa “Impacto das bibliotecas comunitárias na formação de leitores no Brasil”, na Casa de Cultura de Paraty. Serão apresentados os primeiros resultados da pesquisa que examinou a realidade pouco conhecida das bibliotecas comunitárias. Também participam do debate a professora Ester Rosa, da Universidade Federal de Pernambuco, a bibliotecária Cida Fernandez, do Centro de Cultura Luiz Freire de Pernambuco e a escritora Dinha Maria Nilda, com mediação de Janine Durand, assessora do Instituto C&A para o Programa Prazer em Ler. Em seguida, às 15h, acontece o bate-papo “De onde brota a sede”, que discute o enfrentamento da desigualdade de oportunidades de acesso à cultura escrita no Brasil, com Ana Lima, uma das coordenadoras da Rede LEQT, Renata Costa, secretária-executiva do Plano Nacional do Livro e Leitura e o professor e quadrinista Marcelo D’Salete, com mediação de Patrícia Lacerda, gerente de educação do Instituto C&A. Na sexta, 27, a programação começa às 10h, na Casa da Música, com uma roda de conversa sobre “Para que ler literatura”, com Noemi Jaffe e Luciana Gerbovic, da Escrevedeira – Centro Cultural Literário, que investiga se a literatura teria ou não uma função. Em seguida, às 11h,acontece o clube de leitura do livro “Zero a Zero”, da escritora Dinha Maria Nilda, obra que tem poemas contra o genocídio da população negra. No período da tarde às 14h, tem um encontro de leitura para refletir sobre o momento político e econômico que o país atravessa, com a participação de José Maria Gomes Neto, bacharel em Filosofia e palestrante do TEDxRIO+20 e Maria Helena Mueller, leitora e moradora da Ilha do Araújo de Paraty. Já no sábado, 28, às 10h, o diplomata e escritor Alexandre Vidal Porto e o deputado federal Jean Wyllys conversam sobre o livro “O Fim de Eddy”, de Èdouard Louis, um romance autobiográfico que desvela o conservadorismo e o preconceito da sociedade do interior da França. Nessa conversa os participantes debatem a luz da dimensão literária da obra, temas como desigualdades, violências cotidianas e direitos humanos, com mediação de Janine Durand, do Instituto C&A. Todas as mesas são gratuitas e abertas ao público. Na quinta (26) a programação acontece na Casa de Cultura de Paraty, já no dias 27 e 28, na Casa da Música, anexo da Casa de Cultura. Histórico da Rede Nacional de Bibliotecas Comunitárias Em 2015, acreditando no potencial da construção coletiva é criada a Rede Nacional de Bibliotecas Comunitárias (RNBC) com bibliotecas nas regiões Norte, Nordeste, Sul e Sudeste do país para promover ações de incentivo à leitura, a formação de leitores e à literatura como um direito humano e incidir por políticas públicas do livro e da leitura. A RNBC cresce com os objetivos de democratizar o acesso às bibliotecas e à cultura literária, além de articular a manutenção, o reconhecimento e a sustentabilidade de bibliotecas comunitárias. A rede tem mais de 110 bibliotecas espalhadas pelos estados do Pará, Maranhão, Ceará, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Serviço Ciclo de debates “Sabores do Livro e da Leitura” Quinta, 26 de julho, das 14h às 17h30 Local: Casa da Cultura de Paraty (Rua Dona Geralda, 157 – Centro Histórico, Paraty) Sexta, 27 de julho, das 10h às 15h Sábado, 28 de julho, daa 10h às 11h Local: Casa da Música – anexo da Casa da Cultura (Rua Dona Geralda, 282 – Centro Histórico, Paraty)

PNLE, afinal de contas o que virou Lei?

O setor do livro muito comemorou na semana passada. É que no dia 12 de julho foi sancionada a Lei 13.696/2018 que institui a Política Nacional de Leitura e Escrita, originada por um projeto de lei de autoria da Senadora Fátima Bezerra que tramitou cerca de dois anos no Congresso Nacional. Considerando os últimos anos, em que foram formuladas poucas políticas públicas para o Livro e a Leitura e que a aquisição de livros pelas esferas governamentais diminuiu drasticamente, de fato, há muitas razões para comemorar. Há mais de 12 anos iniciou-se o processo de discussão de PNLL (Plano Nacional do Livro e Leitura) que foi bastante amplo e envolveu diversos segmentos do Setor Público e da Sociedade Civil. Quantos de nós não escutamos o professor José Castilho (a quem tem sido atribuído o nome da lei: “Lei Castilho”) defender a necessidade de uma política de estado para o Livro e para a Leitura? Mas afinal de contas, o que significa isso em termos práticos? Significa que ao ser instituído na forma de Decreto que é ato do Poder Executivo, o Plano ficaria sujeito à decisão de cada governo sobre sua implantação ou não, não havendo obrigação normativa por parte do Estado. Com a sanção da lei, a elaboração e execução deste Plano torna-se uma imposição legal ao Poder Executivo. Outro ponto a ser comentado é o seguinte: o PNLE e o PNLL são a mesma coisa? Vamos lá: São disposições intimamente relacionadas, mas são instrumentos diferentes. O PNLL foi um documento elaborado detalhadamente para estabelecer eixos, metas e pormenores para a implantação das políticas de livro e leitura no país. Já o PNLE, lei sancionada que tanto comemoramos na semana passada, tem um texto mais simples, mas dispõe de instrumento que permite à sociedade cobrar do Poder Executivo a elaboração de um plano com o objetivo de instituir políticas claras e efetivas para o livro e a leitura. Trocando em miúdos, a Lei 13.696/2008, fixa a regra para que o Ministério da Cultura e o Ministério da Educação elaborem em colaboração o Plano Nacional do Livro e Leitura com os objetivos previstos em seu texto, devendo ser ouvidos o Conselho Nacional de Educação (CNE), o Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC) e representantes de secretarias estaduais, distritais e municipais de cultura e de educação, a sociedade civil e o setor privado. Nos primeiros seis meses do mandato do Presidente estes ministérios deverão elaborar o plano que permanecerá válido para os próximos 10 anos, período este em que deverá ser implantado e executado. Há, portanto, muitos motivos para comemorar, mas, há ainda mais motivos para que o setor do livro e da leitura se organize, participe e exija uma política séria e ações eficazes. O trabalho é árduo e demanda muita articulação. O momento é de engajamento e mobilização para exigir o cumprimento da regra colocada. Nos próximos dias já começam os debates sobre o assunto durante a FLIP (25 a 29 de julho) em uma mesa promovida pela LIBRE e na 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, no Espaço Papo de Mercado (Rua N. 2), em parceria com o CERLALC ouviremos e discutiremos a experiência do Chile e do México na mesa Sucessos e Desafios nos Planos Nacionais de Leitura, no dia 4 de agosto às 11h30. É muito importante a participação de todos. Esperamos por vocês!   Fernanda Gomes Garcia, diretora executiva da Câmara Brasileira do Livro. Fonte: CBL

Participe da Feira Literária do Parlamento Gaúcho

A I Feira Literária do Parlamento Gaúcho acontece entre os dias 04 e 10 de julho na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, localizada à Praça Marechal Deodoro, 101, no Centro de Porto Alegre, capital gaúcha. Programação 04/07 – Quarta-feira 13h30 às 18h30: Comercialização de livros Local: Hall de entrada da Assembleia Legislativa 18h: Mesa redonda O poder transformador da leitura com Dilan Camargo, Davi Lima de Oliveira, Gláucia de Souza e Sergius Gonzaga Local: Memorial do Legislativo 19h: Apresentação do Grupo Teatral Sopapo Poético Local: Hall de entrada da Assembleia Legislativa 19h30: Abertura oficial pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Marlon Santos (PDT) Local: Hall de entrada da Assembleia Legislativa 19h45: Inauguração da Geladeiroteca Local: Hall de entrada da Assembleia Legislativa 05/07 – Quinta-feira 13h30 às 18h30: Comercialização de livros Local: Hall de entrada da Assembleia Legislativa 17h: Sessão de autógrafos e lançamento do livro A Arte do Medo, de Dilan Camargo 06/07 – Sexta-feira 13h30 às 18h30: Comercialização de livros Local: Hall de entrada da Assembleia Legislativa 14h: Contação de histórias com Bárbara Catarina Local: Hall de entrada da Assembleia Legislativa 09/07 -Segunda-feira 13h30 às 18h30: Comercialização de livros Local: Hall de entrada da Assembleia Legislativa 18h30: Palestra Importância da Leitura e Valorização da Vida com a monja Chagdud Khadro Local: Plenarinho 10/07 – Terça-feira 13h30 às 18h30: Comercialização de livros Local: Hall de entrada da Assembleia Legislativa 17h: Sessão de autógrafos Local: Hall de entrada da Assembleia Legislativa   Fonte: ARB

25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo conecta universo do conhecimento aos grandes temas da atualidade

Entre os dias 3 e 12 de agosto acontece a 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, realizada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL). Ao completar 50 anos, o conceito criativo tem como proposta destacar o livro como principal fonte do conhecimento em meio ao turbilhão de estímulos e canais de acesso a conteúdos que a tecnologia hoje proporciona. Com a assinatura “Venha fazer esse download de conhecimento”, a campanha traz elementos que humanizam o livro, utilizando pessoas reais nas peças de comunicação e enfatiza a importância do diálogo e da abertura de perspectivas. A edição ocupa a totalidade do espaço do Anhembi (75 mil m2), recebe selos editoriais de todos os gêneros, mantém o preço do ingresso da última edição – sem reajustes – e cresce em programação cultural: serão 1.500 horas de atividades (200 a mais que a edição anterior) e 14 espaços oficiais do evento com atividades relacionadas ao universo literário. “Tivemos o cuidado de trazer uma programação capaz de atingir todos os públicos – das crianças aos adultos – buscando temas atuais, além de melhorar a infraestrutura para melhor conforto e circulação dos visitantes. Este ano, a Bienal do Livro está ainda mais multicultural, une entretenimento, conhecimento, inovação e, claro, muita literatura”, afirma Luís Antonio Torelli, presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL). Durante os 10 dias de Bienal do Livro, os visitantes poderão ter contato com autores, em encontros e palestras exclusivas. Na programação já estão confirmados importantes autores da cena literária do Brasil e do exterior. Entre os nomes internacionais estão: A. J. Finn, de “A Mulher na Janela”, que em breve ganha as telas do cinema pela Fox Filmes; Victoria Aveyard, autora da série “A Rainha Vermelha”; Soman Chainani, autor da série “A escola do bem e do mal”; Yoav Blum, autor de “Os criadores de coincidências” e Lauren Blakely (05/08), autora “Mister O”. Já entre os brasileiros estão confirmados: Maurício de Sousa, Mario Sergio Cortella, Luiz Felipe Pondé, Fernanda Montenegro, Ziraldo, Carolina Ferraz, Thiago Castanho, Helena Rizzo, Pam Gonçalves, Carol Christo, Babi Dewet, a turma do Casseta & Planeta, Antonio Prata, Miriam Leitão, Julián Fuks, Maria Rita Kehl e Luiz Ruffato. O público também poderá contar com a experiência de receber autógrafos dos best-sellers que se apresentarão na Arena Cultural BIC®. A partir de 10 de julho, começarão a ser distribuídas as senhas online para as retiradas de autógrafo da Arena. Já para os três Espaços de Autógrafos Suzano que receberão outros autores nacionais, as senhas serão distribuídas pelas editoras de cada autor, em seus próprios estandes. Este ano, a Arena Cultural BIC® também traz uma grande novidade: o Encontro de fãs. Realizados no período noturno, sempre às 20h, esses encontros reunirão leitores fãs de gêneros literários como fanfic, wattpad e romances de época. Em alguns encontros, como no caso da fanfic e wattpad escritores brasileiros do segmento debatem com os leitores suas produções, em outras mesas, por exemplo, serão discutidas as obras de grandes autores como J. R. Tolkien ou a emblemática saga de J. K Rolling. Negócios Uma das mais importantes feiras literárias do mundo, a Bienal do Livro criou sua história não só na área de entretenimento, mas no campo dos negócios. Por isso, o evento abrigará três importantes iniciativas para profissionais do setor: a 1ª Jornada Profissional (rodada de negócios com players nacionais e internacionais); o Interlivros (fórum de discussões sobre o mercado editorial) e o Papo de Negócios, dedicado a reflexões sobre temas de interesse dos profissionais da cadeia do livro como tendências e futuro do setor. Com o intuito de fomentar o segmento editorial brasileiro também fora do país e expandir o acesso dos brasileiros à rica literatura árabe, esta edição traz como convidado de honra Sharjah, um grande polo de educação e cultura dos Emirados Árabes Unidos, eleita pela UNESCO a capital mundial do livro 2019. Sharjah também abriga a Sharjah Publishing City, a primeira zona livre do mercado de publicação e impressão mundial. “Nossa participação na Bienal será uma grande oportunidade de fortalecer ainda mais nossos laços com o Brasil. Sharjah e Brasil já compartilham vários objetivos, atributos e conquistas e esse evento nos permitirá expandir essa troca de conhecimento e cultura”, afirma Ahmed Al Ameri, Chairman da Sharjah Book Authority (SBA). Outras novidades deste ano são a visitação universitária e a ampliação do dia do Cosplay. Nos dias 7 e 9 de agosto (um dia a mais que na edição de 2016) acontece o dia do Cosplay: quem for vestido a caráter não paga ingresso para o evento. Assim como a visitação escolar, a de universitários pretende conquistar mais leitores. Espaços culturais Com uma programação capaz de atingir das crianças aos adultos e com temas contemporâneos e que abarcam a diversidade em todos os aspectos, a Bienal do Livro marca 2018 com um espaço inédito voltado para debates de educação e inovação: Espaço do Saber Microsoft. Os debates e atividades deste espaço conectam-se com o impacto da inovação na Educação e suas tendências, mostrando sua relação com a literatura – temas bastante presentes e importantes na sociedade atual. Traz também espaços que destacam a literatura regional com discussões sobre patrimônio cultural (Espaço Cordel e Repente), atividades voltadas para o público infantil, juvenil, para os amantes da gastronomia, entre outros. A programação completa do evento pode ser acessada pelo link: http://www.bienaldolivrosp.com.br/Programacao/. São eles: Arena Cultural BIC®- Receberá best-sellers, nacionais e internacionais, como: A. J. Finn; Victoria Aveyard; Soman Chainani; Yoav Blum; Tessa Dare; Lauren Blakely; Charlie Donlea; David Levithan; Marissa Meyer; Fernanda Montenegro; Maurício de Sousa; Mario Sergio Cortella; Luiz Felipe Pondé; Pam Gonçalves; Carol Christo; Babi Dewet; Monja Coen; Bela Gil; Marcos Piangers; Walcyr Carrasco; Adriana Falcão; Padre Elvis; Ziraldo; Nathalia Arcuri; Rafael Cortez; Daiana Garbin; Julia Faria; e turma do Casseta & Planeta. Arena de Autógrafos – Receberá os autores que se apresentarão na Arena Cultural para sessões de autógrafos com os fãs. Espaço do Saber Microsoft – Novidade nesta edição, o espaço, inédito trará uma programação voltada para educadores,

A biblioteca brasileira de futebol

Considerando a importância do futebol para a cultura brasileira, até que há poucos livros que tratam do tema no país. Por isso, o EL PAÍS preparou uma lista com o que há de melhor de novos e velhos clássicos que tratam do esporte nacional, seja em crônicas, quadrinhos, história, jornalismo, ensaios ou jornalismo. Aproveite em quanto é Copa do Mundo para ler alguns dos livros abaixo. À Sombra das Chuteiras Imortais Nelson Rodrigues (Companhia das Letras) Quando o assunto é futebol, talvez esse seja o livro mais importante já lançado no Brasil. Coletânea de crônicas publicadas por Nelson Rodrigues entre 1955 e 1970, À Sombra das Chuteiras Imortais pega a transformação do Brasil no futebol, quando o país passa do trauma do Maracanazo de 1950, quando perdeu a final da Copa para o Uruguai em pleno Rio de Janeiro, para ser a seleção mais badalada do mundo, tricampeã com títulos em 1958, 1962 e 1970. É neste volume, que está, aliás, a famosa crônica que fala do “complexo de vira-lata” do brasileiro, expressão que transcendeu o futebol e ao longos dos anos foi lembrada para explicar uma série de comportamentos nacionais. Infelizmente, o livro está esgotado e sem reedições há alguns anos, contudo, é possível encontrá-lo em sebos sem muita dificuldade. A Estrela Solitária Ruy Castro (Companhia das Letras) Verdadeiro clássico do jornalismo brasileiro, a biografia, publicada em 1996, refaz a trajetória de Garrincha, um dos maiores ídolos do futebol brasileiro. Enquanto jogou, entre os anos 1950 e 1960, o “anjo de pernas tortas” praticamente inventou o drible no futebol, criando jogadas que desconcertavam os adversários. Levou risos e aplausos para todas as arquibancadas em que jogava, mas desde que saiu a pequena cidade de Pau Grande, no Rio de Janeiro, onde foi descoberto, teve uma vida pessoal conturbada, marcada pelo alcoolismo. Ruy Castro reconstrói a trajetória única desse ídolo brasileiro que, ao lado do Pelé, foi um dos maiores que o futebol já viu. O Drible Sérgio Rodrigues (Companhia das Letras) O livro começa com uma longa descrição de um dos lances mais memoráveis da história do futebol: na Copa de 1970, no México, Pelé arranca livre e, apenas usando o mudando a trajetória de sua corrida, engana o lendário goleiro uruguaio Mazurkiewicz. A bola vai para um lado, Pelé para o outro e o arqueiro permanece no meio, estatelado. Depois começa o reencontro. O jogador vai em busca da bola, chuta e ela sai triscando o travessão direito. O lance, um dos maiores da história de futebol, é uma verdadeira obsessão de Murilo Filho, um famoso cronista esportivo carioca que tem uma relação conflituosa com seu filho Neto, que não gosta de futebol. O romance, lançado em 2013, que tem a Copa do Mundo de 1970 e o esporte como pano de fundo, fala da relação entre pai e filho no ritmo de uma partida de futebol. Dando Tratos à Bola Hilário Franco Junior (Companhia das Letras) Autor de outro livro acadêmico sobre futebol, o A Dança dos Deuses, Hilário Franco Junior reúne neste volume, publicado em 2017, sessenta ensaios que misturam usam da história, sociologia, economia, antropologia e psicologia para explicar o jogo e seus aspectos culturais. Os textos falam do uso político do futebol, da importância das torcidas para as sociedades e da construção feita ao redor de clubes como o Corinthians ou Flamengo, conhecidos como times da “massa”. Historiador e professor da Universidade São Paulo Franco Júnior obteve seu pós doutorado em história medieval, mas sua paixão pelo futebol está muito bem representada em Dando Tratos à Bola. Ode a Mauro Shampoo e Outras Histórias da Várzea Luiz Antonio Simas (Mórula) Aqui não há lugar para os grandes feitos já conhecidos internacionalmente. Sai Pelé e entra Mauro Shampoo, o “craque” do pior time do mundo, o pernambucano Íbis. Durante a carreira de atacante, que dividia com o ofício de cabeleireiro nos anos 1980, Shampoo marcou apenas um gol, uma marca única que Luiz Antonio Simas faz questão de lembrar. Ao lado da ode ao atacante, o autor, que é historiador, traça o perfil de outros times pequenos, derrotas gloriosas e conquistas dos times de várzea espalhados por todo o Brasil. Publicado em 2017, é um retrato romântico do que, talvez, há de mais romântico no futebol brasileiro: o improviso e a vontade de jogar. Os Beneditinos José Trajano (Alfagura) Terceiro romance do jornalista José Trajano, o divertido livro conta a história de Zezinho, um repórter desempregado que encontra no pequeno Juventus, de São Paulo, o outro pequeno América, do Rio de Janeiro, seu verdadeiro time de coração. Com evidente fundo autobiográfico, afinal, Trajano é possivelmente o torcedor mais conhecido e fanático do América, o livro começa na capital paulista, mas é na memória da época de ouro do Rio de Janeiro, entre as décadas de 1950 e 1960, que grande parte de sua ação se desenrola. O túnel do tempo é acessado a partir do dia em que o narrador, Zezinho, encontra no jornal uma notícia sobre walking football, futebol andando. É o que ele precisava para tentar reunir seu antigo time de um colégio no bairro da Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro. Gigantes do Futebol Brasileiro João Máximo e Marcos de Castro (Civilização Brasileira) Um compêndio de nada menos de 439 páginas que, de certa forma, começou a ser escrito em 1965 e só acabou recentemente. Lá atrás, nos anos 1960, os autores publicaram o livro com o perfil de 13 atletas, esquecendo-se de dois dos maiores craques brasileiros: Didi e Ademir. Acabaram virando alvo de críticas até de João Saldanha, o então técnico da seleção. Mais recentemente, em 2011, tiveram a chance de reparar a injustiça. Incluíram os dois jogadores e mais sete craques atuais. Os perfis contam tudo: os anos de formação, principais características, pontos altos e baixos da carreira. Ao todo, são 21 jogadores perfilados: Friedenreich, Fausto, Domingos da Guia, Leônidas, Tim, Romeu, Zizinho, Heleno, Ademir, Danilo, Nilton Santos, Didi, Garrincha, Pelé, Gerson, Rivelino, Tostão, Falcão, Zico, Romário

Estudo revela que séries de televisão reduzem nível de leitura

Você está viciado em sua nova série favorita da Netflix, enquanto aquele romance na sua mesinha de cabeceira está acumulando poeira? Muitas pessoas estão nessa situação, segundo um estudo alemão publicado no dia 07 de junho, que mostra a redução “dramática” dos leitores de livros, porque as pessoas gastam mais tempo na internet. O número de pessoas que compram livros na Alemanha caiu cerca de 18% entre 2013 e 2017, indicou o estudo, realizado a pedido da Associação de Editores e Livreiros Alemães. A queda foi ainda maior, de 24% a 37%, entre as pessoas de 20 a 50 anos, o grupo etário que dedica mais de três horas por dia à internet. “Há cada vez mais pressão social para reagir constantemente e estar ligado para não ficar para trás” na internet, indica Alexander Skipis, chefe da Associação, em um comunicado que acompanha o estudo, intitulado “Compradores de livros, aonde estão indo?”. Serviços de streaming como a Netflix, com suas séries de televisão dignas de maratona, estão “exercendo uma grande atração”, e com frequência substituem os livros como passatempo, acrescentou. Os resultados do estudo são sombrios para a leitura em um país que se orgulha de seus níveis nesse campo e é a sede da maior feira de livros do mundo, a Feira do Livro de Frankfurt. O estudo, para o qual a empresa de pesquisas GfK entrevistou 25.000 pessoas, revela que a crença de longa data de que um de cada dois alemães é um comprador de livros já não é algo atual. No ano passado, apenas 44% dos alemães de mais de dez anos, ou seja, 29,6 milhões de pessoas, compraram um livro. Mas em um ponto mais favorável para a indústria, o estudo mostrou também que os que continuam sendo devoradores de livros estão lendo e comprando mais que antes. O cliente médio comprou 12 livros no ano passado, mais que os 11 de 2013. A quantidade total de compra média subiu de 117 euros a 137 euros. A história é similar para os e-books, pois os clientes diminuíram 8% entre 2016 e 2017, a 3,5 milhões, mas a quantidade de títulos comprados por pessoa cresceu. Em reação aos resultados, a Associação de Editores e Livreiros indicou que pode aproveitar a oportunidade para apresentar os livros como um antídoto ante o frenesi atual do mundo digital. “O público busca se desconectar”, acrescentou Skipis. Todos os grupos de idade estão tomando uma atitude “muito positiva” ante os livros. Alguns dos entrevistados fizeram sugestões sobre como incorporar melhor os livros em sua vidas. Isso vai desde aplicativos que façam recomendações personalizadas até encontros entre leitores e autores para tornar a experiência de leitura mais interativa, ou colocar os livros em lugares inesperados, como academias de ginástica. O que sua escola pode fazer? A Praxis Softwares Gerenciais desenvolveu o i10 Bibliotecas, um sistema de gerenciamento de acervos e de bibliotecas premiado internacionalmente. Uma das funcionalidades do software é o estímulo à leitura por meio de uma poderosa Rede Social de Leitores. Fale com a gente para saber como nós podemos ajudar a melhorar a leitura na sua instituição.   Fonte: Estadão | AFP

Aprenda como organizar dicionários

Pela primeira vez, a Universidade do Livro reúne uma dupla de especialistas para mostrar como montar dicionários dos mais variados tipos. Os renomados professores Maria Helena de Souza Neves e Francisco da Silva Borba apresentam Avaliação de dicionários gerais e especializados – macroestrutura, microestrutura e modo de apresentação.  As aulas são divididas em dois períodos, de 12 a 14 de junho, com Francisco da Silva Borba e, de 19 a 21 de junho, com Maria Helena de Moura Neves. Durante os encontros, serão apresentados critérios de avaliação técnica de dicionários de língua, dicionários de especialidade e glossários, segundo o modo de entrada e o modo de organização dos verbetes, com especial atenção para a gramática interna da apresentação das definições lexicográficas. As aulas são destinadas a editores, editores-assistentes, jornalistas, professores, escritores, bibliotecários, estudantes de comunicação, editoração, letras e jornalismo, revisores, tradutores, responsáveis por índices remissivos e demais interessados. Serviço: Carga horária: 18 horas | Curso presencial 12 a 14 e 19 a 21 de junho de 2018, das 18h30 às 21h30 Inscrições até: 12/06/2018 às 16h Valores: R$ 624,00 (para público em geral) R$ 499,00 (para estudantes, profissionais da Unesp e do mercado editorial) >> Saiba mais

Porto Alegre realiza a V Odisseia de Literatura Fantástica

A Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer do Estado do Rio Grande do Sul apresenta a V Odisseia de Literatura Fantástica. Serão três dias para aproveitar o melhor da produção na literatura fantástica nacional: livros, autores, editoras, quadrinhos, fã-clubes, RPG, bate-papos, mesas temáticas, exposição, promoções e muitas outras atrações com entrada gratuita! O projeto está sendo realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (Pró-cultura RS FAC), Lei nº 13.490/10. >> Evento no Facebook >> Site do evento Serviço: V Odisseia de Literatura Fantástica Data: 08 a 10 de junho de 2018 Horários: Sexta das 10h às 20h30; sábado e domingo, das 13h às 19h30 Local: Centro Cultural CEEE Erico Verissimo | Auditório Barbosa Lessa Rua dos Andradas, 1223 – Porto Alegre/RS Entrada gratuita!