Tecnologia e inovação em um único lugar! Confira nossas dicas rápidas de como #inovar em sua biblioteca
1 – Tenha um software com maior interação, designer moderno, intuitivo e contribua para captação e fidelização dos estudantes da sua escola. 2 – Armazene em nuvem. Leve redução de custo unindo todos os serviços em uma plataforma única, proteção e segurança da informação. 3 – Dê autonomia com o software para o bibliotecário fazer escolhas para a biblioteca, com visibilidade e transparência da rotina de trabalho. 4 – Apresente a Rede Social de Leitores: os usuários que tenham o interesse em compartilhar experiências, podem organizar seus livros preferidos, favoritar e resenhar obras já lidas, criar listas, grupos de discussão, entre outras ações pedagógicas. 5 – Ressinifique as escolhas dos alunos a partir do conhecimento! Leve para sua escola um produto inovador, criado para transformar as atividades em sua instituição. Entre em contato com a gente e saiba mais! 😊 #tecnologia#inovação#bibliotecasdigitais#i10bibliotecas#acompanhe#façaparte
Dicas para escolher um curso on-line
Antes de escolher um curso on-line, veja primeiro quais são suas ferramentas de interação. Verifique se há chats ou fóruns para conversas e compartilhamento de arquivos. Leia atentamente o código de conduta desses espaços e confira quais comportamentos são permitidos nas interações com os colegas. Pesquise sobre o currículo do(a) professor(a). Certifique-se de que essa pessoa domina o assunto e é capaz de ensiná-lo com didática eficiente. É necessário ter disciplina para acompanhar as aulas, principalmente, no ambiente virtual. Cuide para que as distrações do lugar onde você assiste as aulas não atrapalhem seu aprendizado.
Tecnologia: prática pedagógica liderada pelo professor faz toda a diferença
Ao liberar o uso de celular na sala de aula, a rede estadual de São Paulo jogou luz à inquietação de muitos professores: tecnologia na escola atrapalha ou ajuda? Que a tecnologia digital, e a própria internet, cria novas oportunidades não é novidade. A pesquisa Percepção Pública de Ciência & Tecnologia no Brasil, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), de 2015, mostra que a população brasileira dá grande valor a essas duas áreas, mesmo que não as compreenda bem. Vários exemplos prosaicos atestam essa utilidade. A retirada de documentos em displays sem o apoio humano ajuda a ganhar tempo, ao menos para algumas pessoas, pois, além de exigir que os usuários sejam alfabetizados, o aparelho requer a identificação de signos e a compreensão da navegação em uma trilha digital. Não se trata, portanto, apenas de instrumentais úteis, mas de uma nova linguagem que atravessa todas as esferas da vida, como aponta o sociólogo espanhol Manuel Castells. E daí o assunto ser objeto de discussões educacionais, e com razão. Se por um lado o uso da tecnologia pode mitigar as desvantagens históricas e socioeconômicas entre as crianças e os adolescentes, como aponta documento recente da Unesco, por outro, exige-se um modelo pedagógico que envolva ativamente o aluno. Do contrário, a inclusão de ferramentas tecnológicas pode até impactar negativamente na aprendizagem, como apontam algumas pesquisas. É sim, a escola, o espaço público estratégico capaz de garantir, para os diferentes segmentos sociais, o letramento digital essencial para que as crianças e os adolescentes não apenas utilizem as ferramentas digitais, como criem, explorem e descubram novas possibilidades. O letramento digital (em inglês, digital literacy, termo cunhado pelo norte-americano Paul Glister) propõe mais que o manuseio passivo dos dispositivos; propõe a organização, interpretação, avaliação e criação de informação digital em seus múltiplos formatos. Em se tratando do Brasil, onde as desigualdades são enormes, um trabalho pedagógico de qualidade com a cultura digital na escola é ainda mais premente. Enquanto 98% das crianças brasileiras entre 9 e 17 anos das classes A e B estão conectadas, nas classes C e D, essa taxa é de 66%, como revela a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2016, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br). Entre as zonas urbana e rural, a diferença repete-se: 81% contra 65%, respectivamente. Apesar disso, apenas 50% das escolas de Ensino Fundamental estão conectadas. Tal cenário exige que a tecnologia seja integrada como parte dos currículos escolares, ressignificada como uma linguagem de possibilidades e responsabilidades e contextualizada com os saberes tradicionais. Como não poderia deixar de ser, é impossível avançar nessa proposta sem envolver o professor, que se frise: não apenas como um mediador, mas ele mesmo como um usuário crítico da tecnologia. Um estudo da organização McKinsey&Company revela que a melhoria da aprendizagem a partir do uso da tecnologia tende a ocorrer quando o professor está à frente desse trabalho. Para isso, condições básicas devem ser oferecidas de modo que o docente não apenas use dispositivos digitais como suporte (slides, por exemplo), mas como ferramentas pedagógicas. As barreiras que impedem essa apropriação foram apontadas por uma pesquisa do movimento Todos Pela Educação em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Instituto Natura, Itaú BBA, Fundação Telefônica Vivo e Samsung. Segundo o estudo lançado neste ano, a sobrecarga de trabalho e a falta de infraestrutura e de formação impedem que os docentes sejam usuários mais propositivos e frequentes. Leia o artigo de Priscila Cruz* com a colaboração de Pricilla Kesley no UOL Educação. * Priscila Cruz é fundadora e presidente-executiva do movimento Todos Pela Educação. Graduada em Administração (FGV) e Direito (USP), mestre em Administração Pública (Harvard Kennedy School), foi coordenadora do ano do voluntariado no Brasil e do Instituto Faça Parte, que ajudou a fundar. Fonte: UOL Educação
Revista Informação & Sociedade: Estudos lança nova edição
A revista Informação & Sociedade: Estudos (I&S) é um periódico na área da Ciência da Informação vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal da Paraíba. I&S está avaliado na base de dados Qualis da CAPES como A1. O periódico é publicado ininterruptamente desde 1991 – quando foi criada pela Universidade Federal da Paraíba, e foi uma das primeiras a ser publicada no Portal de Periódicos da UFPB. Atualmente, é uma das três revistas brasileiras da área de Ciência da Informação incluídas no Journal Citation Reports (JCR Web) do Institute for Scientific Information (ISI Web of Knowledge). Sua missão é divulgar trabalhos que representem contribuição para o desenvolvimento de novos conhecimentos em Ciência da Informação, Biblioteconomia e áreas afins, entre pesquisadores, docentes, discentes e demais profissionais, independente de vinculação profissional e local de origem. A revista é indexada nas seguintes bases de dados: Clase; DOAJ; Infobila; Latindex; Lisa; Web of Science – Portal da Capes, OAister e Scopus/Elsevier. E a primeira edição de 2018 já está disponível para consulta e leitura. Para acessar, clique aqui.
Livros clássicos são os preferidos entre leitores que frequentam a Biblioteca Pública de Ribeirão Preto
As histórias clássicas são as preferidas entre os leitores de Ribeirão Preto. A informação foi passada com base nos livros mais emprestados do município em 2017, na Biblioteca Municipal Guilherme de Almeida, localizada na Casa da Cultura. A biblioteca é, atualmente, a principal gerida pelo governo municipal – as demais são geridas por terceiros. De acordo com o bibliotecário Alexandre, o livro “Sagarana”, de João Guimarães Rosa, foi o mais emprestado em 2017. No último ano, ele foi retirado da biblioteca 13 vezes. Já as obras “Vidas Secas”, “O cortiço”, “Droga do Amor” e “A cidade e as serras”, respectivamente, foram os outros quatro livros mais procurados na biblioteca municipal. Em média, 483 livros foram emprestado na Casa da Cultura. “Já em 2018, apenas ‘Droga do amor’, de Pedro Bandeira, continua entre os mais procurados. No primeiro trimestre, a obra, ao lado de ‘Triste fim de Policarpo Quaresma’ e ‘A moreninha’, é a mais lida pelas pessoas”, fala Alexandre. Pedro Martins é fã da leitura desde sempre. Os livros preferidos do jovem são “Harry Potter”, “As vantagens de ser invisível” e “Memórias póstumas de Brás Cubas”. “Independentemente do gênero e do modernismo da obra, eu enxergo a leitura como entretenimento. Assim como filmes, peças teatrais e até mesmo músicas, livros contam histórias – e algumas dessas vão além da diversão e mudam nossas vidas. ‘Harry Potter’ fez isso ao me introduzir num universo mágico que deu um rumo inesperado na minha vida, da mesma forma que ‘Capitães da Areia’ e ‘Morte Súbita’ mudaram minha compreensão da sociedade. Depois de ler esses livros, eu não era mais o mesmo. Eles me tiraram de uma bolha e me transformaram”. Já Ângela Bispo conta que a leitura é fundamental para compreender o mundo em que vive atualmente. “Sendo assim, para nos mantermos informados, realizamos leituras das notícias diárias. Para aguçar a imaginação e fugir da rotina árdua de trabalho, tenho optado pelos clássicos da literatura, que antes não tinha o mínimo interesse de ler, seja pela dificuldade de compreender a linguagem e contexto histórico, seja pela imposição dos professores que não me despertaram o gosto pela leitura. Recentemente li ‘Olhai os lírios do campo’, ‘O quinze’ e ‘O cortiço’. Amei cada um. Atualmente me divirto com as crônicas de Luís Fernando Veríssimo em Comédias para se ler na escola e indico ‘O homem trocado’”, diz. Por fim, Anderson J. Melo diz que gosta de leitura diversas. “Às vezes leio obras técnicas, relacionadas a minha profissão, por curiosidade e também para praticar o hábito da leitura. Como sou usuário de ônibus coletivo, gosto de aproveitar esse tempo para ler. Nisso eu incluo livro físico, livro digital e áudio livro também. Terminei um semana passada e já estou procurando outro. Creio que a leitura ajuda e muito no vocabulário, e também nos ajuda a expressar nossos pensamentos”, finaliza. Fonte: Revide
Professora da UFRGS cria site de literatura infantil em libras
Docente na Universidade Federal do Rio Grande do Sul e uma das responsáveis pela disciplina de Língua Brasileira de Sinais (Libras) na Faculdade de Educação, Carolina Hessel criou o www.ufrgs.br/maosaventureiras onde conta histórias de literatura infantil em Libras. O site é atualizado todas as semanas com a contação de novos livros. “Meu desejo é atingir o público de escolas de surdos/ouvintes, para que essas boas histórias sejam conhecidas. A internet é uma maneira barata e fácil de dar acesso para todos. Quero preencher esta lacuna para as crianças surdas e também enriquecer o acervo de histórias sinalizadas na internet”, prospecta. Carolina detalha que é amante de literatura Infantil, de artes e filmes e conta com auxílio dos amigos Liliane Giordani, Marcelo Bertoluci, Rosa Maria Hessel e Claudio Mourão, e do bolsista de Extensão Gabriel Cianeto. “Minha inspiração veio porque sempre gostei contar histórias em Libras com livros, desde que trabalhava nas escolas de surdos. Também quero dar acesso das crianças surdas à literatura infantil variada e de qualidade”, destaca a professora, ao lembrar que, segundo ela, não há no Brasil outro site que apresente literatura infantil variada em Libras. “Outros sites brasileiros (bem poucos) mostram apenas contos clássicos como Contos de Fadas, dos irmãos Grimm”. Conforme a professora, o processo de escolha varia muito, pois depende da época do mês, do lançamento de livros conhecidos. “Algumas das obras que já contei no site são: Adelia, de Jean-Claude Alphen (Prêmio Jabuti), Carona na Vassoura, de Julia Donaldson, Axel Scheffler, O presente do Saci, de Lalau & Laurabeatriz. Também conto histórias clássicas como “O sanduíche da Maricota”, de Avelino Guedes muito trabalhado na Educação Infantil”, revela Fonte: UFRGS
Revista PontodeAcesso lança nova edição
A Revista PontodeAcesso, publicação do Instituto de Ciência da Informação (ICI), da Universidade Federal da Bahia (UFBA), realizou o lançamento da sua edição de v. 11, n. 1. O objetivo da revista é tornar acessíveis, livres e gratuitos trabalhos acadêmicos focados em temas no campo de estudos da Informação, entre eles: Gestão da Informação e do Conhecimento; Inteligência Competitiva; Sistemas e Redes de Informação; Políticas e Estratégias de Informação; Teorias da Informação; Biblioteconomia; Arquivologia; Bancos de Dados; Comunicação da Informação Científica; Propriedade Intelectual; Tecnologias da Informação; Sociedade da Informação e do Conhecimento; Economia da Informação. Além de artigos, debates e entrevistas, a revista publica resenhas de publicações, de softwares e de modelos de gestão de informação e conhecimento. Para mais informações, acesse este endereço. Fonte: UEPB
Política de Educação Conectada levará internet de alta velocidade a escolas públicas até 2024
Foi lançada a Política de Inovação Educação Conectada, programa que prevê a maior ação de conectividade na rede de ensino brasileira das últimas duas décadas. A nova política tem o objetivo de universalizar o acesso à internet de alta velocidade nas escolas, a formação de professores para práticas pedagógicas mediadas pelas novas tecnologias e o uso de conteúdos educacionais digitais em sala. Na fase de indução da ação, até o final de 2018, o Ministério de Educação (MEC) deve investir R$ 271 milhões. Desse montante, R$ 255,5 milhões serão para melhoria da infraestrutura e conexão das escolas, o que inclui a ampliação da rede terrestre de banda larga, serviços de conectividade, infraestrutura de wi-fi, compra de dispositivos e aquisição de um satélite que vai levar internet de no mínimo 10 Mb a escolas da zona rural, locais em que a estrutura terrestre não é viável ou é dispendiosa. O satélite de monitoramento, orçado em R$ 120 milhões, a serem pagos com recursos do MEC, será contratado em parceria com o MCTIC. Os outros R$ 15,5 milhões da fase de indução irão financiar a formação de articuladores locais, construção de plataforma para cursos on-line e produção de conteúdos específicos. A intenção é que, até o final do próximo ano, 22,4 mil escolas, urbanas e rurais, recebam conexão de alta velocidade. O processo será concluído em todas as demais escolas públicas até 2024. Atualização O secretário de Educação Básica do Ministério da Educação, Rossieli Soares, lembra que o último grande plano de conectividade ofertado para o Brasil, o Proinfo, é de 1997. “Apesar de ainda estar em vigor, o Proinfo precisa de atualização”, ressalta. “Ele era muito focado em equipamentos e não cuidava de outras dimensões. Depois, surgiram políticas fragmentadas, ora pensando em conexão, ora em recursos. Pela primeira vez, estamos falando de todas as dimensões em conjunto e isso é muito importante para que a tecnologia possa realmente auxiliar a educação. A tecnologia tem que ter um fim pedagógico”, completa. A Política de Inovação Educação Conectada é resultado de uma articulação horizontal e colaborativa, que envolveu o MCTIC, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Comitê Gestor da Internet (CGI). O BNDES irá apoiar o financiamento da política e o CGI atuará no monitoramento da velocidade da internet a ser ofertada às escolas. Essa política reúne um conjunto de diretrizes nacionais que visa garantir a todos os estados e municípios, por meio da tecnologia, a implementação de ações inovadoras em sala de aula. Ela se articula com políticas públicas já existentes ou em fase de implementação, como o Plano Nacional de Educação (PNE), a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e a reforma do ensino médio, ofertando recursos de alta qualidade e novas opções de aprendizado e ensino a estudantes e professores, independentemente da região onde residam. Também dentro da Política de Inovação Educação Conectada, está previsto um plano de formação continuada para professores e gestores com cursos específicos sobre práticas pedagógicas mediadas por tecnologia, cultura digital e outros recursos educacionais, como robótica. Paralelamente, serão preparados articuladores locais. Entre 2017 e 2018, o MEC vai oferecer bolsas de três meses para 6,2 mil articuladores que irão atuar, localmente, no processo de construção e implementação das ações na rede. Compartilhamento Outro eixo importante é a Plataforma Integrada de Recursos Educacionais Digitais, cujo portal foi desenvolvido com base no conceito de rede social e busca estimular a criação e compartilhamento de recursos digitais entre alunos e professores. Esta plataforma integrará os diversos materiais digitais educacionais já desenvolvidos pelo próprio MEC e por institutos e fundações parceiras, como Lemman, Roberto Marinho, Crescer, Inspirare, Telefônica, Natura e Educadigital, além da Associação Nacional das Fábricas de Instrumentos Musicais e Áudio (Anafima) e da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão. A adesão, já a partir desta quinta-feira, se dará pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). Por meio do Simec, as secretarias de educação estaduais e municipais indicarão, a partir de critérios, as escolas que desejam compartilhar a nova política e que, posteriormente, deverão apresentar um plano de inovação e tecnologia na educação, conforme cronograma a ser lançado. O MEC vai auxiliar na formulação deste plano ao longo do próximo ano. Acesse a plataforma. Fonte: MEC
Celebre o Dia Internacional do Contador de Histórias
Através dos tempos, a arte de contar histórias marcou a história da humanidade. A importância da data não é somente em relação à construção da história, mas a construção de estímulos em relação à leitura e ao imaginário. As origens do dia que celebra o contador de histórias estão na Europa, mais especificamente na Suécia, em 1991. A data marca o início da primavera no hemisfério Norte, e do outono no hemisfério Sul. Em 1997, um grupo de contadores de histórias da Austrália organizou uma celebração que durou uma semana inteira. Na mesma época, no México e em outros países da América do Sul, o 20 de março foi declarado o Dia Nacional dos Narradores. Em 2001, eventos temáticos realizados contadores de histórias escandinavos espalharam-se pela Suécia, Noruega, Dinamarca, Finlândia e Estônia. Já em 2003, o Canadá e outros países também adotaram a ideia. A França aderiu à celebração em 2004. Com tantos países comemorando a data, o dia 20 de março foi reconhecido como o Dia Internacional do Contador de Histórias. No Brasil O Projeto de Lei nº 7.232/2017, que regulamenta a profissão de Contador de Histórias, foi aprovado por unanimidade pela Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados. Agora a matéria segue para avaliação da Comissão de Cultura. De acordo com o projeto, serão considerados Contadores de Histórias “os profissionais cuja construção do saber seja desenvolvida no cotidiano de suas comunidades, em que a oralidade exerça papel fundamental na preservação e transmissão do saber e das manifestações da cultura popular”. Para isso, será exigido um curso de formação, com fundamentação teórico-prática, para o uso da literatura e das técnicas de contação de histórias. O projeto estabelece uma série de objetivos a ser cumpridos por esses profissionais, como a valorização do patrimônio cultural imaterial e da diversidade do povo brasileiro, o fomento à formação de profissionais qualificados e a promoção de espaços de debates e ações nas áreas de tradição oral e literária. Eduardo Valadares, professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que atuou durante muitos anos como contador de histórias, a regulamentação da profissão trará um ganho para os profissionais. “Contudo, há que se considerar alguns pontos importantes, como os critérios que serão estabelecidos para que se defina quem poderá ser classificado como um contador de histórias profissional”, disse em entrevista ao CRB-6. Para ele, “é necessário promover um debate com as associações e profissionais que exercem essa atividade para que critérios claros e horizontais sejam estabelecidos, beneficiando assim a sociedade e os contadores de histórias. ” E ai? Vamos contar uma história hoje? (Com informações do blog Brasileirinhos, do CRB-6 e da PUC-RJ)
Celebre com a Praxis o Dia Internacional da Mulher
O Dia da Mulher remonta a 1908, quando um grupo de mulheres protestavam pelo direito ao voto e melhores condições de trabalho nos Estados Unidos. Em 1910, realizou-se na Dinamarca o II Congresso de Mulheres Socialistas, no qual a professora e jornalista Clara Zetkin sugeriu a criação de uma data comemorativa, sem dia definido. Em razão disso, em 1911 várias passeatas com o tema ocorreram na Suíça, Alemanha e Áustria. Entretanto, foi em 1917, na Rússia, que aconteceu a primeira marcha de mulheres realizada no dia 8 de março. Trabalhadoras se reuniram para reivindicar melhores condições de trabalho e para protestar contra a entrada do país na I Guerra Mundial. Dessa forma, a partir dos anos 60, diversos protestos pelo mundo a favor da igualdade de gênero, inclusive no Brasil que vivia uma ditadura, frequentemente ocorriam no dia 8 de março, até que, em 1975, a ONU declarou a data como o Dia Internacional da Mulher. Hoje, além do valor histórico, o Dia Internacional da Mulher deve ser marcado pelo desejo de igualdade e oportunidades entre mulheres e homens em todo o mundo. Esta é uma data especialmente importante para a Praxis Softwares Gerenciais uma vez que, dos cinco sócios da empresa, quatro são mulheres. São elas que tomam a maior parte das decisões institucionais, num ambiente normalmente dominado por homens. Por isso, desejamos que mais mulheres ocupem posições de liderança nas empresas, não apenas na área de tecnologia e informação, mas em todos os segmentos profissionais. A todas as mulheres, desejamos sucesso nesse Dia Internacional das mulheres!